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sábado, 28 de janeiro de 2017

[SÉRIES] Quando um episódio de teen wolf te tomba

Olá, leitores infinitos!
Depois de muito tempo, resolvi tirar as teias de aranha do canal e vim fazer um vídeo pra vocês. Tinha acabado de assistir ao penúltimo episódio da primeira parte da sexta temporada de Teen Wolf e precisava compartilhar todos os meus pensamentos e gritos com vocês. Ah, o vídeo contém alguns spoilers, então se você ainda não chegou nesse episódio e pretende chegar logo, é melhor não assistir!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

[SÉRIES] 3% é mais do mesmo?


3% é uma série distópica brasileira. A sociedade é dividida em dois mundos diferentes. Um lado está completamente destruído e praticamente sem nenhuma infraestrutura para suprir as necessidades básicas dos seres-humanos. Porém, há uma única esperança. Aos 20 anos, os habitantes tem a chance de passar pelo Processo e, caso vençam, serão enviados para o Mar Alto, um local completamente diferente e onde as condições de vida são as melhores possíveis. O Processo, entretanto, não é fácil, apenas 3% dos participantes conseguem vencê-lo e muitos até morrem no meio. Do lado de fora, existe a Causa, uma organização que pretende acabar com as injustiças propostas pelo governo. Consideram o tal jogo uma grande injustiça. 
A série segue o mesmo modelo de todas as distopias conhecidas. Em momento algum, houve uma inovação. É possível compará-la com Divergente, Jogos vorazes e todas essas distopias que existem por aí. Mas isso não me fez gostar menos. Acho que estou acostumada com esse modelo e gosto bastante dele, então continuo lendo e assistindo a distopias. A questão é que todos estavam falando de 3% como algo totalmente novo e, apesar de bom, é mais do mesmo. Dizer que é diferente é uma propaganda enganosa.
É fora do comum, entretanto, para as produções brasileiras. Isso é um ponto positivo. A produção é muito boa e o enredo prende. Existem apenas alguns poucos errinhos, mas passaram despercebidos pra mim. A única coisa que pesou foi a atuação. Alguns atores são MUITO ruins. Eu estava totalmente presa na série e do nada vinha um personagem X falar alguma coisa e acabava com todo o clima, me tirava do ambiente. Os principais, em geral, são bons atores. Mas alguns ali precisavam de umas aulas básicas de interpretação.
Em suma, essa foi uma série que eu gostei bastante de assistir mas não é tão UAU como todos estão falando. Achei Ok. Legal, prende o espectador e até tem uns plot-twists bem legais, mas nada extraordinário.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

[SÉRIES] Por que Octavia Blake NÃO pode morrer


Octavia Blake sofrerá algumas mudanças na 4ª temporada de The 100. Ela será uma personagem muito mais forte, uma própria guerreira em busca de vingança. E, em meio a essas batalhas, há um rumor de que talvez a rainha da série — que não é a Clarke, me respeitem — morra em meio a essa temporada — e se ela morrer mesmo espero que a série acabe, porque não vou conseguir assistir. Por isso, reuni alguns motivos pelos quais Octavia Blake deve continuar viva!
  • Octavia Blake é sinônimo de empoderamento.
Desde o começo da série, Octavia nunca precisou de ninguém para ser quem é. Sempre foi muito independente e uma mulher forte. Inclusive, quando a colocaram pra viver um romance e focaram nisso eu quis ir lá socar o produtor por ter desperdiçado tanto o potencial da personagem — e da atriz.
  • Ela aguentou anos escondida, sentindo rejeição, e mesmo assim aguentou firme.
Devido as regras impostas pela Arca, Octavia não poderia existir. Então, ela vivia praticamente enterrada e escondida. Imagine a rejeição que ela não sentia por isso, apesar de sempre ter o irmão ao seu lado. Quando descobriram, a garota se tornou uma das cem prisioneiras. E sabe o que ela fez com essa história? Tomou posse, fez com que fizesse parte de si e tornou-se ainda mais forte.
  • We are back, bitches!!!
Preciso dizer mais alguma coisa?! Desde aquele momento, sabia que ela seria a minha preferida.
  • Busca sempre fazer a justiça.
Uma das minhas visões sobre ela é a de uma justiceira. O signo da Octavia com certeza seria Áries. Ela sempre está tentando fazer as coisas sozinha, por si mesma, e, principalmente nos últimos episódios, buscando a justiça. Mas é justiça? Aí eu já não sei. Acho que ela e a Garota do casaco vermelho — do meu livro, pra quem não conhece seriam ótimas amigas.
  • Tenta sempre fazer o melhor para quem ama.
Não só para o namorado morto, mas principalmente para o Bellamy. A Octavia está sempre ali. E ela não é do tipo que passa a mão na cabeça. Quando algo está errado ela diz e luta contra aquilo, mesmo que tenha ir contra o próprio irmão. Porém, está sempre fazendo isso por um bom motivo — pelo menos até agora, não é, mesmo?!

Resumindo, a Octavia é foda e seria um desperdício matá-la. Quando vi uma certa cena do trailer, me arrepiei toda e estou com um certo medinho. Ouvi dizer que talvez a Raven também morra. Quanto desperdício! Por que não matam a Clarke, então? Brinks, eu gosto sim da Clarke (ela melhorou muito) mas às vezes me irrita.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

[SÉRIES] Coisas que eu aprendi com My mad fat diary


My mad fat diary conta a história de Rae Earl, uma garota cheia de problemas que acabou de voltar de um hospital psiquiátrico após uma tentativa de suicídio. Assim que volta, precisa dar adeus aos seus amigos do hospital e dizer olá para o mundo exterior. Ela retoma a amizade com sua ex-melhor amiga, Chloe e acaba fazendo amizade com um grupo posteriormente chamado de The Gang. Porém, ninguém ali sabe o que ela realmente estava fazendo no período em que ficou quatro meses fora. Além disso, toda semana ela visita seu terapeuta, Kester, para suas sessões.


Eu estava passando por uma fase de extrema ansiedade por conta de alguns problemas e não conseguia fazer nada durante o dia — foi por isso que o blog parou, de novo — eu simplesmente só ficava passando o tempo fazendo absolutamente nada e esperando por uma resposta. Até que lembrei da existência dessa série e resolvi tentar assistir — tendo a certeza de que não conseguiria porque estava difícil focar em alguma coisa. E foi amor a primeira vista, passei dois dias assistindo a todos os dezesseis episódios e aprendi muito com eles.


A Rae é uma personagem com quem eu me identifico. Seus pensamentos ruins sobre sua personalidade não são iguais aos meus, mas nós duas temos uma puta insegurança e auto estima baixa. Foi engraçado que eu me vi em todos os episódios. As sessões de terapia parecia que eram feitas para mim, sabe? Tudo se parecia tanto que eu vivi a série — talvez até mais do que deveria. Como vocês devem saber, eu sou uma pessoa insensível que não costuma chorar com essas coisas, mas eu não parava de chorar. Pelo menos a cada dois episódios, eu derramava algumas lágrimas.


E quando acabou eu fiquei me sentindo meio ué. Fiquei procurando o tempo todo respostas de como eu me amaria. E como eu vou saber que estou me amando? Porque só assim as outras pessoas vão gostar de mim de verdade. Mas eu aprendi várias coisas. Aprendi que, às vezes, sou meio egoísta de não perceber o quanto estão tentando me ajudar — mesmo que também estejam quebrados. Uma coisa que eu já sabia, mas se agravou, é que todo mundo possui problemas. Todos nós estamos um pouco quebrados. Aprendi a contar até dez e talvez a procurar um pouquinho mais de qualidades em mim ao invés de defeitos. No final, há uma cena em que parece que vai haver um suicídio. E eu pensava "Não. Não pode terminar assim. Se essa é a única solução, então nada vale a pena."
Mas a série terminou bem, eu acho. E meu coração ainda não está 100% curado, mas My mad fat diary me ajudou a pelo menos me permitir a começar a me curar — de verdade.

sábado, 3 de dezembro de 2016

[SÉRIES] Meus episódios preferidos de Black Mirror

Black mirror é a série que promete acabar com todo o seu emocional. Todos os episódios são independentes, cada um com sua própria história. Entretanto, há uma coisa em comum: a tecnologia. Estão inseridos neles um tipo de tecnologia que pode estar presente futuramente na sociedade. Se não é exatamente assim, torna-se algo relacionado. O fator principal da série é o nível das consequências que tudo pode gerar. Sabe aquele tapa na cara da sociedade?! Então!
Alguns episódios me marcaram muito e me fizeram refletir demais. Outros me deram um chacoalhão e outros ainda me fizeram perguntar o que eu estou fazendo aqui ainda. Hoje, resolvi comentar com vocês um pouquinho dos meus três episódios preferidos.

Shut up and dance - Terceira temporada, episódio 3.
O episódio começa de verdade com um garoto que se masturba em frente a webcam, vendo algum vídeo pornográfico. Logo depois, recebe uma mensagem anônima, ameaçando de mandar esse vídeo para todo mundo. Com medo, o garoto faz tudo o que mandam. E isso vai longe, muito longe. No fim do episódio, fiquei de boca aberta. Não posso contar o final, mas me lembrou muito o meu livro, A Garota do casaco vermelho quanto a essa coisa de justiça. O que é justiça? Quem estava certo? Será que o garoto é tão inocente assim? 
15 million merits - Primeira temporada, episódio 2.
Basicamente, uma espécie de distopia misturada com reality show e a ideia de Big Brother. Tudo ali é artificial e conseguido com o dinheiro do lugar, produzido quando o participante pedala em sua bicicleta. O lugar é enorme e conta com vários canais de TV, inclusive, um programa estilo X Factor. Enfim, o enredo do meio você vai saber assistindo, mas o que importa é o tremendo choque que esse episódio me causou. A princípio, foi o que eu mais odiei. Mas amei por ter odiado tanto. É sério. Esse aqui não só te da um tapa, mas também uma voadora que te faz viajar quilômetros. Pensei que não conseguiria ter vida depois de acabar e ficaria eternamente numa dúvida cruel. Sobre o que eu estou falando? O ciclo da sociedade. E se você não concorda, vai lá, faz um discurso. Aí te oferecem algo "fenomenal" pra você calar a boca. E você cala? É o ciclo, meu amor. (ESTOU QUERENDO GRITAR SÓ DE ESCREVER ESSE TEXTO)

Hated in the nation - Terceira temporada, episódio 6.
Eu achei que esse episódio seria chato, entediante. Aí uma amiga minha disse que tinha toda essa coisa de justiça e eu pensei: por que não continuar? Continuei. Cheguei ao final. Quis me jogar da ponte. É sério. Eu tô dizendo isso constantemente, mas é porque essa série realmente consegue acabar com todo o meu psicológico. Sou fascinada com isso de justiça, mas esse episódio é mais sobre as consequências de uma justiça. E as consequências em geral. E também te ensina a temer as abelhas. E tomar cuidado com as suas hashtags no twitter. 

Se chegamos a uma conclusão, é que eu quero dar um beijo no produtor de Black Mirror. Essa, com certeza, é a série mais foda e mais doída que eu já assisti! Se você ainda não assistiu, se prepara psicologicamente e depois vai com fé. Tem na netflix, viu?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

[SÉRIES] Supermax


Em uma época onde os jovens vivem de internet e netflix, a televisão acabou sendo esquecida. A audiência das novelas caiu e hoje seu grande público é mais adulto. Na tentativa de atrair novamente os adolescentes e jovem adultos, a Rede Globo lançou uma nova série — exibida toda terça-feira às 23h. Vários episódios foram disponibilizados online também, para atingir a outra parte desse público. 


Supermax é o nome dado para o reality show que acontece em um presídio de segurança máxima no meio da floresta amazônica. O prêmio? Dois milhões de reais e talvez o perdão do público — todos os participantes possuem um segredo, todos já estiveram envolvidos com o crime, de uma forma ou de outra. Entretanto, em determinado momento, eles perdem o contato com a produção. Não sabendo se isso é mais uma prova, não sabem em quem confiar e o confinamento os leva a ter que superar limites e atravessar barreiras — o que pode ser um tanto quanto traumático e gerar conflitos.
Assisti ao primeiro episódio e a personagem feita pela Mariana Ximenes me chamou a atenção, ela diz não ter medo da morte — e isso é algo que sempre está muito presente nas protagonistas das minhas histórias. Além disso, a atuação da atriz foi impecável. Na verdade, somente alguns ali são conhecidos pelas novelas, os outros são atores completamente novos. E todos deram um show de atuação. Preciso parabenizar a Cléo Pires, também. 



Muitos disseram que ficaram com medo, mas eu não entendi muito bem até chegar ao final do episódio, quando aparece uma criatura meio sinistra. Então, continuei não entendendo se a série vai acabar tendo uma pegada sobrenatural ou psicológica. Eu, sinceramente, espero que seja psicológica. Estou morrendo de curiosidade para ver como cada participante vai lidar com seus segredos e seu passado. O passado sempre volta. O passado sempre assombra. E essas duas frases têm tudo para serem a chave dessa série.



Se você já assistiu, me conta o que está achando dessa vibe nova trazida pela televisão brasileira — e o que está achando da série, é claro.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

[SÉRIES] Stranger Things

Em Mountauk, Long Island, um garotinho chamado Will desaparece misteriosamente. Sua mãe e o xerife começam a procurá-lo. Porém, não são só eles que estão preocupados. Seus melhores amigos, Dustin, Lucas e Mike querem encontrá-lo o mais rápido possível. No meio de toda essa história, surge uma garotinha um tanto quanto estranha que atende pelo nome Eleven.


Quem pensa que Stranger Things é apenas uma série de suspense bobinha, se engana. O seriado une várias referências dos anos 80. Uma mistura de suspense bem trabalhado com uma história maravilhosa sobre amizade e lealdade que promete acalentar os corações e, ao mesmo tempo, fazer o espectador sair da cadeira ansioso para o próximo episódio.
O lado ruim é que a primeira temporada só possui oito episódios. Apenas oito chances. Oito cinquenta minutos. Isso é bem triste. Porém, devido ao sucesso da série, a segunda temporada será lançada em 2017!! Enquanto isso, nós ficamos na bad e criamos diversas teorias sobre o que poderá acontecer.
Confia em mim, vale a pena assistir! Para mim, o começo foi meio massante. Mas a partir do quarto episódio eu não consegui parar até chegar ao final!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

[SERIES] Orange is the new black é meu mais novo vício

Eu, que sofria por esperar o hiatus gigante de todas as séries que assisto, agora me propus a esperar um ano por uma temporada inteira. Foi aceitando isso que comecei a assistir Orange is the new black. Uma certa pessoa - que sabe quem é - conseguiu me convencer a assistir até, pelo menos, o segundo episódio. Resolvi aceitar o desafio, pensando que não iria gostar - já que da primeira vez que assisti ao piloto, odiei. Porém deveria ter tentado melhor anteriormente, porque nem eu sei explicar o nível de vício que essa série está conseguindo me proporcionar. O resultado do desafio? A partir do segundo episódio, já não conseguia mais parar de assistir.
É, eu sei que estou extremamente atrasada, mas nunca é tarde demais, não é?! Por enquanto, estou na segunda temporada, mas pretendo chegar logo ao final da quarta - e depois sofrer com o maldito hiatus.
Aqui vai um breve resumo para quem não conhece OITNB passar a conhecer - e assistir, por favor!
Piper Chapman foi condenada por 15 meses devido a tráfico de drogas. Sua ex-namorada foi a responsável por entregá-la. Então, a mulher, que estava vivendo um momento feliz com seu noivo Larry, se vê obrigada a abandonar tudo e passar a conviver com as detentas de Litchfield. Lá, ela vai encontrar figuras muito diferentes e autênticas, como Red, Crazy eyes, Nicky e, para sua surpresa, a ex-namorada, Alex Vause.
Essa é uma série de drama misturado com comédia. É algo que foge completamente dos esteriótipos e apresenta as pessoas como elas realmente são. Se você ainda não assiste Orange is the new black, por favor, é hora de entrar no netflix e começar a assistir!
PS: Você vai shippar MUITO Vauseman! <3

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Faking it e rótulos


O oitavo episódio da terceira temporada de faking it tratou de um assunto muito interessante e que deve ser cada vez mais explorados: rótulos. Antes de começar a refletir, vou deixar vocês um pouco mais situados do que aconteceu nesse momento. 
Um feriado religioso seria decretado e os alunos ficariam sem aula. Porém, algumas pessoas acabaram achando que seria desrespeitoso para aqueles que não seguiam essa religião. Então, a diretora propôs junto a dois alunos que todos se rotulassem para que definissem a sua personalidade e assim não houvesse mais problemas. No final, uma das protagonistas, Amy, é praticamente forçada a se rotular. A solução? Ela cola todos os adesivos no corpo. Ela é uma mistura de tudo ao mesmo tempo e não quer ser rotulada, não quer ser definida.
Agora, vamos esquecer um pouco o episódio e pensar na sociedade atual. Vivemos em um mundo repleto de rótulos e cada vez mais as pessoas são consideradas objetos. Elas são caracterizadas por essas etiquetas. Ninguém mais olha para o outro de fato, digo, lá no fundo, interiormente. Poucos tentam entender o outro sem primeiro olhar para os adesivos que ele contém. Aqueles que ainda não descobriram muitas coisas de sua personalidade, sentem-se forçados a se definir e quando não conseguem ficam desesperados e se sentem uma aberração. Se você é uma dessas pessoas, eu te digo: o nó que se formou na sua cabeça é saudável. Cuide desse nó e deixe ele aí.
Isso tem que acabar. Para explicar um pouco do que penso, vou usar um exemplo mais conhecido e citado, mas isso não significa que isso não deve ocorrer com outras coisas. Vamos falar de sexualidade. Primeiro deve-se partir do ponto que todos somos pessoas. Pessoas com sentimentos, medos, defeitos, qualidades e diversas características que estão em constante mudança. E creio eu que não se deve gostar da pessoa pelo seu gênero, mas pelo que ela é. 
O maior exemplo disso é a comunidade bissexual. Os bissexuais não estão confusos e não necessariamente preferem um lado ao outro. São pessoas que gostam de pessoas. E elas não precisam escolher. Ninguém precisa escolher. Heterossexual. Homossexual. Bissexual. Isso não importa. No final, somos todos diferentes p-e-s-s-o-a-s.
Ninguém deve ser definido por sua religião, cor da pele, opção sexual, etnia ou até gostos musicais. Talvez meu maior sonho social seja que a sociedade um dia acorde e perceba que as pessoas não são feitas de rótulos, elas são feitas do que elas são. E isso sim deve ser levado em conta. Arranque todos os nomes que estão adesivados em seu corpo e apenas se jogue na vida. Se joga!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

[SÉRIES] Pretty little liars - 5 years foward



Olá, leitores infinitos!
A temporada 6B de Pretty little liars terá sua volta em janeiro de 2016, porém muita coisa estará mudada. A temporada começa após um pulo no tempo de exatos cinco anos. Muita coisa pode acontecer nesses cinco anos. Após ler algumas coisas que irão acontecer nessa temporada e assistir ao episódio especial sobre a mesma, decidi fazer um post sobre isso comentando alguns pontos, portanto, já aviso, pode conter spoilers!! Vamos lá?
  • Um novo -A
Sim, teremos um novo -A. Não sabemos quem é ou do que se trata, mas Troian disse no episódio especial que é algo bem diferente. As garotas voltam, de fato, a receber mensagens anônimas, mas agora não é algo do tipo "vou expor os seus segredos" ou "vou acabar com a chance de vocês saírem de rosewood", mas algo mais sombrio e profundo, são ameaças com a própria vida de cada uma delas. Achei bem previsível, porém se não tivéssemos um novo misterioso, não teria mais série e eu ainda não estou pronta para o fim de pll, então..
  • O fim de Haleb e Spoby
Algo muito comentado nas redes sociais é o fim desses dois casais. Hanna e Caleb, Spencer e Toby. Acho muito saudável e imprescindível esse término, embora o meu coração fangirl esteja sofrendo muito com esse momento. Para a série, essa mudança é necessária. De que adiantaria mudar todo o visual das liars, acrescentar novas experiências, segredos, mudar tudo mas deixá-las com os mesmos namorados? Não faria sentido. Porém, como já disse, ainda não superei esse final. Uma coisa com que fiquei revoltada, entretanto, é um novo romance entre Spencer e Caleb surgir. Quando li isso, pensei que deveria ser internada em Radley. Sinceramente, a série já teve muitos plots desnecessários, mas esse conseguiu ganhar a categoria do mais sem noção. I'm sorry.
  • A bagagem emocional de Emily
No episódio, somos informadas sobre a história de cada uma das garotas. Spencer segue carreira política, Hanna vai para o lado da moda, Aria torna-se escritora, Allison da aulas no colégio em que elas estudavam e visita Cece na clínica em que está "internada". Mas para Emily as coisas não saem tão bem assim. No início, ela vai para Califórnia como sempre quis, porém, sua vida vira de ponta cabeça quando descobre que seu pai morreu. E então tudo muda. É por isso que ela é a liar com mais bagagem emocional quando volta e eu estou louca para ver como a Shay vai lidar com isso.
  • Mudança no visual das liars
Mudar o estilo das cinco pode soar um tanto quanto banal, certo? Mas, parando para analisar, isso é muito importante, na verdade. Usar a mudança no look de cada uma é um fator que ajuda muito no fato que elas cresceram e não são mais adolescentes, tudo deve mudar. As atrizes não tiveram cinco anos de espera para começar a filmar a 6B, no dia seguinte, para elas, cinco anos haviam se passado. E elas tiveram que, em algumas horas, juntar toda a bagagem de cinco anos e deixar a personalidade adolescente para trás, as meninas para as quais elas deram vida por seis anos. Deve ter sido muito difícil, isso me deixa ainda mais curiosa para janeiro.

E vocês, o que estão achando de toda essa expectativa? Quais foram os seus fatores preferidos e os que menos gostaram? Está ansioso para a 6B? Conta pra mim nos comentários!!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

[Séries] American Horror Story - Hotel

Hey, leitores infinitos!
Mais um dia, mais uma série pra recomendar. Como vocês já devem saber, American Horror Story é uma das minhas séries preferidas. Infelizmente, a ultima temporada, Freak Show, acabou me decepcionando bastante. Sem Jessica Lange, pensei que Hotel me traria a mesma frustração, mas fico feliz em dizer que estou amando essa temporada! (pelo menos pelo primeiro episódio, o único a que assisti). Ah, contamos com a presença ilustre de nada mais nada menos que Lady Gaga! 
A série gira em torno do Hotel Cortez, que conta com uma atmosfera muito creepy. Temos a Condessa, Lady Gaga, no caso, que se alimenta dos hóspedes. Ela é uma vampira, mas parece muito mais estranha que isso. Possui um amante, Donovan - que teve um passado com Sally (Sarah Paulson). A mãe de Donovan é a recepcionista do hotel. Também temos a crossdresser Liz Taylor. E o antigo proprietário do hotel.... (todas gritam).... Tristan Duffy (Evan Peters). Um homem, John Lowe, acaba hospedado no local após uma briga com sua esposa. Aproveita para investigar os casos das mortes que ali ocorreram. Vale citar que ele acabou perdendo o filho em um parque de diversões, mas nem imagina que ele está no hotel, foi capturado pela Condessa e agora também é um vampiro.
Não posso dizer muito sobre essa temporada, pois só assisti ao piloto. Mas creio que ela promete ser cheia de sustos e coisas bem perturbadoras. Não tanto quanto Asylum, porque convenhamos, é muito difícil superá-la, mas parece ser bem melhor que a última temporada.
Você está acompanhando? Conta pra mim sua opinião!

domingo, 15 de novembro de 2015

[SÉRIES] How to get away with murder

Olá, bookaholics!
Se vocês, assim como eu, não consegue ficar sem suas séries e pensa que nunca vai conseguir ficar em dia com todas, esse post foi feito pra você. Hoje vou ajudar na sua listinha recomendando uma nova série que descobri recentemente: How to get away with murder!


A série é produzida pela rainha heartbreakers Shonda Rhimes (sim, a mesma de Grey's Anatomy, Scandal e Private Practice). Acho que posso defini-la como suspense e drama. Somos apresentados a Annalise DeWitt, professora da universidade de direito. O nome de sua matéria? How to get away with murder. Você já percebe que a série é boa por aí.
A professora escolhe os melhores estudantes para que façam parte de sua equipe de trabalho. O melhor deles ganha uma espécie de troféu. Você já deve ter deduzido que esses escolhidos são os protagonistas da série, certo? Certo. Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins. Cada um com sua peculiaridade. Mas há um porém. Tal porém que deixa a série ainda mais interessante. Desde o primeiro episódio vemos alguns flashes de uma noite que não terminou bem. O grupo de estudantes matou alguém e agora tem que seguir tudo o que aprenderam para se safar. Quem eles mataram? Por que? O que aconteceu? Só assistindo pra saber. Eu também não descobri ainda, estou no quinto episódio da primeira temporada, mas é uma série muito inteligente e interessante.
Não sou muito fã de direito. É uma faculdade da qual passaria bem longe, porém não tem como não amar essa série, é quase que humanamente impossível. Se você assiste, conta pra mim o que está achando. Se você já terminou... por favor sem spoilers!!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

[SÉRIES] Comecei a assistir teen wolf!


Teen Wolf teve sua estreia no dia 5 de junho de 2011, na MTV. A série relata a história de Scott, que acaba descobrindo que transformou-se em um lobisomem. Ele deve lidar com todas as consequências e ainda guardar o segredo da família e da maior parte dos amigos. É uma história cheia de sobrenatural que, a princípio, parece supérflua. Por retratar o ambiente escolar e o convívio entre os amigos adolescentes, há fatores bem clichês, principalmente no início. Mas o peso é dado conforme os episódios vão passando. A história fica mais densa e intrigante, de modo que se você conseguiu passar pelos primeiros capítulos, é muito difícil conseguir parar de assistir.
Pois é, gente, resolvi me render a série e, no início, mal conseguia ficar cinco minutos assistindo. Mas insisti e insisti e insisti, hoje me arrependo de não ter insistido mais cedo. Não vou dizer que a história é incrível e extramente inteligente, mas é muito boa - e bastante sofrível, principalmente pra quem shippa Stidya.  No começo, os personagens parecem ser bem superficiais, mas ao longo dos acontecimentos vamos descobrindo que não é bem assim, o poço é ainda mais profundo. Começarei hoje a terceira temporada, mas posso dizer que cada protagonista vai sofrendo uma evolução, vai ficando mais denso, carregando toda uma carga emocional. Isso é o que mais gosto em Teen Wolf, para tudo existe um desenvolvimento anterior.


Quanto a opiniões pessoais sobre personagens... (não me matem, por favor!)
O Scott é o protagonista, certo?! Errado!! Ok, ele não é completamente inútil, mas não consegui me identificar com ele ou coisa assim. Acho que ele poderia ter algo a mais e não ser somente um ser passivo. (esperamos que isso mude)A Lydia inicialmente era bem fútil, mas fatos mudam as pessoas, não é mesmo? A cada dia mais estou gostando dela e ficando intrigada quanto ao que irá acontecer. É uma personagem que ainda promete muito!


Nem preciso comentar sobre Derek Hale, né?! Que além de me arrancar suspiros é completamente ativo no quesito lobisomem e tentar resolver as coisas, criar planos, etc. 
Jackson (lagartão) faz com que eu sinta um sentimento de amor e ódio não muito bem resolvido. Sou meio bipolar quanto a ele, sério haha
Allison passou de adolescente sem sal para super badass com o melhor lema da vida ever! Acabou se tornando uma das minhas preferidas!


E claro, não poderia faltar a melhor pessoa dessa série, Stiles! É o melhor amigo, aquele que está lá pra tudo e pode estar quase morrendo que vai dar um jeito de fazer piada ou ser sarcástico. Mas também te apoia, ajuda, é a melhor pessoa ever. Boatos que ele vai passar por umas coisas meio tensas, falaram pra eu preparar os lenços, então estou aqui arrumando o meu coração!


E claro, tem uma família bem UOOOOOOU, vocês já devem imaginar de quem! haha
Espero as próximas temporadas cheias de ação, intrigas, revelações, traições, momentos de arrancar o fôlego e mudanças! Estou bem ansiosa para continuar a assistir!! E vocês, assistem? Contem nos comentários suas opiniões!!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

[SÉRIES] Scream Queens - piloto


Ontem foi dia de estreia e a grande maioria da timeline só falava de Scream Queens. Os dois primeiros episódios foram exibidos ontem pela fox a 00h. A série conta com atores muito conhecidos principalmente pelo público adolescente, jovem adulto: Emma Roberts, Nick Jonas, Lea Michelle, a cantora Ariana Grande, Diego Boneta, entre outros. Talvez tenha sido esse o principal motivo pela espera tão grande. Além disso, um dos criadores é Ryan Murphy - o mesmo de Glee e American Horror Story. Eu esperava uma série incrível, estava com bastante expectativa, mas tudo o que senti foi algo intermediário. 
Logo no início do piloto somos apresentados a irmandade Kappa, conhecida por "abrigar" as garotas mais populares e fora da linha. Algumas mortes também ocorrem no local. A série inicia-se com uma cena de anos anteriores em que uma garota acaba tendo um filho na banheira, no meio de uma festa. Apenas uma amiga fica lá para ajudá-la, as outras preferem curtir e dançar a música preferida. Quando voltam, a garota está morta.
E então, os anos passam e estamos em 2015. Somos apresentados a Chanel, número 1, interpretada por Emma Roberts, Como a boa patricia popular, é seguida pelas sombras: Chanel 2, Chanel 3 e Chanel 5. Ela simplesmente não liga para os nomes reais. A diretora do colégio decide que a irmandade deve deixar de ser restrita, pois traz valores errados para a sociedade escolar. E é assim que Chanel é forçada a abrir a Kappa para a população "estranha". Desde nerds até descoladas - de um jeito nada convencional. A questão é que nenhuma delas se encaixa no molde.
No meio disso tudo, os planos de Chanel acabam dando errado. Ela tinha planejado colocar o rosto da doméstica da irmandade no óleo para assustar as meninas, mas há um devil - um serial-killer - que se aproveita da situação. Resumindo, a moça morre nas mãos da garota e todo mundo tem que guardar esse segredo. 
Então temos Grace - minha segunda preferida (a primeira é a Zayday) - esperta, inteligente e astuta. Seu principal objetivo é tornar a irmandade um lugar melhor, resgatar o sentimento de compaixão que deveria existir. Para isso, ajudará o cara da cafeteria a descobrir os podres das "Chaneis" e de toda a Kappa. O primeiro episódio retrata basicamente isso. Temos muitos personagens secundários e isso significa muitas mortes, só no piloto, duas pessoas já morreram.
Todos esses escândalos e essa coisa serial-killer a solta é bem clichê, certo? Ryan tentou retratar tudo isso com um humor ácido, mas para mim não funcionou. Senti que ficou algo como uma comédia meio sem sentido. Uma pobre mistura de Pretty little liars, Pânico, a paródia de Pânico, Scream, Glee e American Horror Story. Mas é divertido de assistir, só não acrescenta nada, entendem o que quero dizer? Espero gostar dos próximos episódios, mas o primeiro fez com que todas minhas expectativas baixassem. Espero que Ryan Murphy tenha cartas guardadas na manga e consiga me surpreender.
E vocês, o que acharam da série?!

domingo, 14 de junho de 2015

Me rendi ao universo medieval (Sobre Game of thrones)

É isso mesmo, produção!! Depois de muito tempo pensando "preciso assistir GOT" finalmente o fiz de verdade! Há um tempo atrás, assisti o primeiro episódio e confesso que dei uma dormida básica nos primeiros doze minutos e então desisti. Porém, antes do feriado, fiquei bastante animada com a série e decidi ir em frente, assistir tudo. E eis que: por que diabos fechei a janela em doze minutos de episódio?! Sério, as coisas ficam muito muito muito muuuuuito boas depois!! Resultado: nesse momento estou no quarto episódio da segunda temporada (ok, sei que não é um grande progresso, mas o tempo não colabora).


Acho que nem preciso dizer muita coisa pra vocês, né?! Já que a maioria conhece a história e é uma coisa beeeeeeeeeem complexa de explicar, só assistindo mesmo pra entender - e talvez consultando os universitários que estão no último episódio da quinta temporada (obrigada, amiga! haha)
Mas então, basicamente - e coloca basicamente nisso - é uma história medieval sobre sete reinos - ou sete casas. Nesse mundo, há o trono de ferro, que pertence a um rei maior, o rei de todos os reinos. Então, há bastante jogos de poder, lutas, sexo e rock'n roll - a parte do rock não tem não, foi só pra dar musicalidade.
No início é bastante complexo de entender, porque há uma infinidade de nomes, alianças. Fica meio difícil saber quem é amigo de quem, quem é inimigo de quem, quais são as alianças, etc. Ainda no final da primeira temporada estava meio perdida, mas agora me encontrei.
Minha personagem preferida com certeza é a Daenerys Targaryen (a Arya também). Acho a Daenerys tão incrível, forte, badass, senhor!! E a Arya também, sempre lutando pelo que acredita. Elas me chamaram bastante a atenção!! As pessoas falam muito do Jon Snow, mas até agora não entendi o motivo, desculpa mundo! (sem spoilers se alguma coisa louca for acontecer, ta bom? obrigada!)


Além disso, got é outro nível de série. As paisagens, as cenas, os ambientes todos, é tudo muito real, crível e muito bem feito! Quando você vai assistir outra série depois de got é até meio desanimador haha! Ah, e os quotes também são muito inteligentes!!
E claro, a série não tem escrúpulos. Se alguém tem que morrer, esse alguém vai morrer. Você gostava do personagem? Amava? Poxa, que pena, ele vai morrer do mesmo jeito. É tipo isso. Na verdade, é bem isso!!
Temos os livros também que alguns dizem serem até melhores que a série. Confesso que estou super ansiosa pra ler cada um deles, mas não sei se isso vai acontecer esse ano, porque por ser um livro grande e complexo, não da pra ficar parando e a correria não vai me permitir isso agora. Mas quero muito muito ler!! (se alguém quiser me presentear, fica a dica).
Ufa, acabou!! Estou muito feliz que finalmente comecei a assistir e pretendo chegar a última temporada logo. Já me falaram sobre personagens novos que estou super curiosa pra conhecer e tudo mais! E se você ainda não conhece a série: por favor, assista!! e não se deixe enganar pelos primeiros minutos como eu fiz.

domingo, 5 de outubro de 2014

American Horror Story: Freak Show

Heeey, bookaholics!!
Hoje vim aqui falar pra vocês sobre a quarta temporada de uma das minhas séries preferidas e uma das melhores ever! Obrigada, tio Ryan!
Como vocês já devem saber, a quarta temporada de American Horror Story terá estreia na semana que vem para nós meros mortais já que alguns sortudos vão poder assistir antes de todo mundo. Essa é uma da séries que tem as melhores cenas, os melhores quotes, os melhores diálogos, sem contar com o elenco espetacular, com Evan Peters, Lana Banana Sarah Paulson, e principalmente, a rainha Jessica Lange (que sempre fala que vai sair na próxima temporada, mas nunca sai, continue assim Jessica, obrigada).
Ok, acho que já deu pra perceber o quanto eu amo essa série e que estou meeeeeega empolgada e ansiona para a next season, né?! E quero trazer um pouco desse gostinho pra vocês, tanto para aqueles que não conhecem a série, tanto para os que amaam assim como eu!
Ah é, antes de mostrar a sinopse e os teasers, quero dizer que: Ryan disse que Freak Show será parecido com Asylum! Obrigada de novo!  Na minha opinião, Asylum é a melhor temporada de AHS, nadaa supera, mas tenho muitas expectativas de Freak Show ser a segunda melhor!
Ta bom, parei de enrolar vocês e dar o surtinho básico, vamos para os gritos!! haha
Pelo que sabemos até agora e também deduzimos, Freak Show retratará uma espécie de circo aonde estarão os freaks, que seriam os monstros, os estranhos, pessoas com anomalias. O circo será comandado pela personagem de Jessica rainha Lange. Claro que dentro disso muita coisa vai acontecer e é aí que teremos a trama em si. Acho que os trailers e teasers falam por si só! Vamos conferir, então?!

Esse aqui foi o último trailer que lançaram, com algumas cenas da temporada!  
Os teasers!

http://youtu.be/D3bIo0c1ymM?list=UU3csl_yNKV--YULIQOL13rA

 Espero que tenham gostado, agora é só esperar!!


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sobre Grey´s anatomy: Episódios 23 e 24 - Temporada 6

ATENÇÃO: SPOILERS

Fiquei bastante chocada com os episódios 23 e 24 da sexta temporada de Grey's anatomy, com certeza foi um ep. bastante agonizante e também me fez refletir sobre algumas coisas. Decidi compartilhar o que senti vendo esse episódio, minha opinião e etc. É o primeiro post que faço falando de algum episódio de série, então espero que fique bom... Enfim, vamos lá:

Costumo ler a sinopse dos próximos episódios de Grey's anatomy, então geralmente eu fico sabendo o que vai acontecer, mas dessa vez eu tinha olhado já fazia um tempo, sabia que o tiroteio aconteceria mas não fazia a miníma ideia de que tudo começaria no episódio 23. 
Quando Mr. Clark entrou no hospital nem lembrava quem era ele, não sabia porque ele estava procurando o atual chefe - Derek - e tudo estava completamente normal. Até Reed não responder a pergunta do atirador e ele disparar a primeira bala e mata-la. Sim!! Aí eu já dei um pulo no sofá! Mas nem deu tempo de ficar chocada porque o próximo a levar o tiro foi o meu  Alex! Foi aí que tudo começou! Fiquei extremamente agonizada com o Alex se arrastando para o elevador na tentativa de avisar alguém enquanto o atirador estava a solta no hospital.


Descobrimos depois o motivo de tudo isso. A esposa de Mr. Clark estava bem doente e em coma cerebral, tinha assinado um termo para que desligassem as máquinas e deixassem que ela fosse embora, mas o marido nunca aceitou isso. Mesmo assim, Derek ordenou que desligassem as máquinas, Lexie o fez e Dr. Webber era o atendente do caso. Por isso, Mr. Clark volta buscando a "justiça" e causa esse grande caos. Depois, em um dialogo com Dr. Webber - e que dialogo! - ele diz que seu plano era se matar depois de tudo, queria matar Webber mas só havia uma bala restante. Esse dialogo é genial e mexeu muito com a minha cabeça!


Todo esse motivo me levou a pensar em "A lista negra" e refletir sobre a mente dessas pessoas, entender isso é bem interessante, a ideia de justiça que eles tem, acreditando realmente que aquilo o que estão fazendo é para um bem e não para o mal. Me fez refletir sobre a que ponto a mente humana perturbada pode chegar. O que um trauma pode fazer. Nem o próprio atirador imaginou as proporções que aquilo poderia tomar.

"Não doí mais. A dor foi embora. Isso é ruim, não é?!"

Várias cenas me deixaram bem aflitas e com sentimento de impotência. Preciso citar a cena da Dr. Bailey e o Dr. Percy. Miranda estava junto com ele atendendo uma paciente, quando o atirador entra na sala. Dr. Percy se esconde no banheiro e Miranda fica em baixo da cama. A paciente finge estar morta - o que acaba deixando  Mr. Clark com ainda mais raiva. O atirador entra no banheiro e pergunta para Percy se ele é cirurgião, ele diz que sim e automaticamente leva um tiro. Juro que aquele estrondo continuou ecoando no meu ouvido. Nada descreve aquela cena, o sentimento que me trouxe ao ver Dr. Percy caído no chão enquanto Dr. Bailey segurava o choro mas era arrastada pela perna e dizia ser enfermeira. Depois, Bailey e a garota paciente tentam salvar Dr. Percy, isso me deixou tão aflita, tão chocada. Tive vontade de gritar quando tudo foi em vão. Os elevadores não estavam funcionando e não teria como salva-lo. É aí que Miranda se vira e grita, chora, depois se volta para a garota, senta a seu lado. E ali ficam as duas. Bailey com ele no colo, sem abandona-lo, enquanto ele espera sua morte.


Outra cena chocante é quando Mr. Clark encontra Derek e o confronta, diz todos os seus motivos e Derek explica tudo novamente, fala que o entende, outro diálogo excepcional do episódio - tudo isso com uma arma apontada pra si. Aí April entra sem saber de nada e acontece que Derek é atingido. 
Depois de tudo isso, quando Cristina está tentando salvar Derek e Meredith está em crise, o atirador entra na sala de operação e coloca a arma na cabeça de Yang, ameaçando disparar caso ela não pare de salvar Sheperd. Nisso, Hunt acaba levando um tiro e Meredith corre pra salva-lo, é quando ela tem um aborto espontâneo, além de tudo!

"A vida é feita de escolhas. Sim ou não. Pra cima em pra baixo. E depois tem as escolhas que realmente importam. Amor ou Ódio. Ser um herói ou um covarde. Lutar ou se deixar levar. Viver. Ou morrer. Vivar ou morrer. Essa é a escolha mais importante e não está sempre em nossas mãos."

E tem muito mais, muito mais mesmo! Quando o atirador vai para a pediatria e Arizona e Callie entram em desespero, quando ele encontra Lexie no corredor - ela acaba indo parar até em uma clinica, por causa do trauma. Em todos, aquele dia ficou marcado. É uma cicatriz na alma de todos os que sobreviveram ao grande tiroteio.
Não tenho palavras para descrever esse episódio, com certeza foram algumas das cenas mais chocantes que já vi na vida. Estrondos que ficaram na minha cabeça. Frases e dialogos que sei que vão me acompanhar por muito tempo. Me fez refletir tanto e pensar tanto sobre a sociedade, a vida, tudo. Mesmo com esse texto enorme é impossível descrever. Mesmo que você não assista Grey's anatomy e não saiba do que eu estou falando, vale a pena assistir pelo menos esses dois episódios.

PS: Realmente espero que não tenha ficado confuso e entendam a mensagem que quis passar pra vocês. Prometo que os próximos posts sobre séries serão mais organizados!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

The 100

The 100
Esses dias estava olhando alguns sites na internet até que li "nova serie, the 100" e decidi assistir ao pilot, não há modo melhor de começar esse post que dizendo: essa serie já é uma das minhas preferidas.
The 100 se passa 97 anos depois de um apocalipse que dizimou a terra, os sobreviventes estão na Arca, conjunto de doze estações espaciais, porém a população aumentou além do possível e agora o conselho enfrenta problemas, já que não há mais oxigênio e suprimentos suficientes para toda a população. A solução? Mandar 100 "sortudos" prisioneiros para a terra, para assim saberem se a mesma pode ser habitada.
Clarke(Eliza Taylor), Bellamy (Bob Morley) e sua irmã Octavia (Marie Avgeropoulos), Finn (Thomas McDonell) e Wells (Eli Goore), filho do Chanceler Jaha, estão entre os 100.
Abby, mãe de Clarke, o chanceler, o conselho e outros habitantes continuam na Arca, sendo que aqueles que não "fazem importância" poderão ser dizimados, para que a população seja reduzida, gerando uma possível resolução do problema.
Ao assistir ao pilot fiquei extremamente animada, assisti então até o ultimo episodio lançado e me enchi de admiração. Adorei a forma como tratam esse mundo futurístico, a própria distopia por si só, além disso, a serie consegue trazer ação no momento certo, no ritmo certo, e ainda conta com cenas engraçadas e claro, românticas. Alias, se você assiste "The 100" que tal me contar qual é seu casal preferido?! 
Como já disse, fiquei muito ansiosa e mal posso esperar para os próximos episódios, então comecei a procurar mais e mais sobre essa nova serie e eis que descubro: é baseada em um livro!! (lançado recentemente no Brasil pela editora galera record)
Eu, como boa leitora e apaixonada pela serie nova que não quero largar de jeito nenhum, corri para todos os sites possíveis atras do livro, então hoje consegui minha cópia de "The 100, os escolhidos - Kass Morgan" e estou pirando. Por enquanto só li o primeiro capitulo, mas pretendo "devorar" a história toda o mais breve possível, e então, claro, farei uma resenha sobre.
Mas por enquanto, o que posso dizer é que a obra literária parece ser muito semelhante a serie, de modo que o livro é seguido quase que literalmente, até então alguns personagens do livro ainda não apareceram na serie americana, porém não é possível ter certeza se eles aparecerão ou não existirão.
Recomendo "The 100" (tanto o livro, quanto a serie) para todos aqueles que gostam de distopias, ação e aventura mesclado com um pouco de comédia e o bom e velho romance.
Para terminar, recomendo um ótimo site sobre a serie, com muitas informações.