sábado, 27 de setembro de 2014

Nova capa do livro "Quem é você, Alasca?"

O livro "Quem é você, Alasca?", após ter duas edições com capas diferentes publicadas pela editora Martins Fontes, é publicado pela editora Intrínseca - que já publicou outros livros do autor e recentemente adquiriu os direitos deste - com uma nova capa, dessa vez, mais parecida com a original - como a lançada nos EUA.
Vejam aqui as capas antigas e a nova edição:




















Eu, particularmente, gosto mais da com a margarida na capa, por motivos que só quem leu entende <3 Mas também ameeeei essa nova edição!! A que eu tenho é a da menina, mas no fim nem ligo muito, o que vale é o conteúdo, né?! 
E vocês, bookaholics?! O que acharam da nova edição publicada pela Intrínseca?! Qual é a sua capa preferida?!


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Amor ao próximo

Uma das grandes palavra da religião é "ame ao próximo", isso me choca bastante. Não, não estou falando mal de religião alguma, estou chocada com nós, seres humanos que vivem em uma sociedade aonde é necessário sua religião dizer "ame ao próximo". Essa não deveria ser uma palavra dita apenas por religiosos. Amar ao próximo deveria ser universal.
Se houvesse uma única lei, essa deveria ser: ame ao próximo, não deixe que seu ego tome conta de si. Vejo por aí tanta gente que frequenta a igreja e é extremamente egoísta, mas também vejo religiosos fazerem coisas incríveis pelos outros. Também vejo outros que tem um ego tão grande que o tamanho da cabeça deveria ser triplicado, mas também já vi ateus ou pessoas que não são tão religiosas ajudarem os outros, também. O que importa não é a sua escolha religiosa, e sim o seu caráter, a sua índole, é disso que somos feitos.
Há tanta gente passando fome, tanta gente doente que precisa de ajuda... Mas tudo começa de um modo muito mais simples. O próximo não precisa ser alguém "distante", não. Existem coisas muito mais simples que vivem sendo ignoradas.
Esses dias vi uma cena que me deixou muito chocada e cortou meu coração, e que fique bem claro, não estou escrevendo nada disso aqui pra me gabar, esse texto é mais um desabafo em relação a todo esse egoísmo excessivo e hipocrisia no mundo.
Estava prestes a entrar na aula quando vi uma garota mais nova segurando o choro, juro pra vocês que vi os olhinhos dela encontrarem o teto e quase ouvi a voz dizendo "não chora, não chora.", mas ela não aguentou, as lágrimas começaram a descer. Fiquei olhando meio de canto com o coração na mão, fiquei com um pouco de receio de ir até lá por achar que ela acharia estranho, algo assim. Então aconteceu, um funcionário que trabalha lá olhou para o outro lado e viu a garota chorando. Repito, viu a garota chorando. Sabe o que ele fez? Nada. Exatamente nada. As pessoas simplesmente passavam como se nada estivesse acontecendo. Fiquei chocada com isso, o mundo de alguém pode estar caindo do seu lado e a maioria nem vai se importar de olhar. Decidi dar meia volta e ir falar com ela.
Eu sei que o mundo não vai mudar e uma pessoa fazendo um post em um blog, contando sobre tudo isso, não vai ajudar nada. Mas eu precisava dizer, precisava. Acho que cada um de nós deveria refletir um pouco e fazer algumas mudanças. Claro, todo mundo é um pouco egoísta e isso é saudável, mas deixa de ser quando você deixa uma menina chorando, passa ao lado de um mendigo e nem olha - como se ele não estivesse ali, entre tantas outras coisas.
O seu ato pode ser uma raridade no meio de milhões, mas faça mesmo assim, a gente nunca sabe o quanto o dia de alguém pode melhorar até por um simples "você está bem?" sincero.
E sim, todos sabem diferenciar um "ta tudo bem?" por educação e o "ta tudo bem?" dito com sinceridade.

domingo, 21 de setembro de 2014

FOTOGRAFIA: Concurso de fotografia na escola

Heeey, bookaholics!!
Acho que não cheguei a comentar aqui, mas na minha escola todo ano é feito um sarau para os alunos se apresentarem e mostrarem seus talentos. Bom, além disso, sempre fazem um concurso de logotipo e um de fotografia. O ano passado queria participar do concurso, mas acabou que nem deu tempo, mas esse ano foquei e decidi participar mesmo. O tema proposto foi sociedade de consumo e sociedade alternativa. Fiquei dias pensando em ideias para as fotografias, queria sair do comum pelo menos um pouco, ainda sou amadora, então não foi nada de extraordinário, mas eu acabei gostando do resultado. Aliás, obrigada pra todos os meus amigos que ouviram minhas ideias e estavam ali ajudando, opinando com sinceridade e me apoiando. 
Enfim, decidi me inscrever para o concurso e fui lá levar as fotos para a inscrição. Fiquei bastante ansiosa para o resultado, mas não achei que fosse ganhar, eu pensava um pouco "ai, será que vou conseguir?" mas depois eu pensava "ah, não, acho que não." E acontece que o impensado aconteceu!! Vim aqui dividir essa felicidade com vocês, foi uma alegria que deixou meu dia melhor, com certeza!! 
Ganhei um troféu e um vale-compras em uma loja de música muuito legal, mas o que mais me deixou feliz mesmo foi o fato de terem gostado das minhas fotografias e da maneira como decidi retratar o tema. Isso me deixou imensamente feliz, de verdade. Então, decidi mostrar pra vocês as fotografias que inscrevi e aquela que venceu!
Interpretem as fotografias do que jeito que quiserem! Bom, espero que gostem, mesmo!! :D





A Vencedora:
Produto(res)

O troféu <3




sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sobre Grey´s anatomy: Episódios 23 e 24 - Temporada 6

ATENÇÃO: SPOILERS

Fiquei bastante chocada com os episódios 23 e 24 da sexta temporada de Grey's anatomy, com certeza foi um ep. bastante agonizante e também me fez refletir sobre algumas coisas. Decidi compartilhar o que senti vendo esse episódio, minha opinião e etc. É o primeiro post que faço falando de algum episódio de série, então espero que fique bom... Enfim, vamos lá:

Costumo ler a sinopse dos próximos episódios de Grey's anatomy, então geralmente eu fico sabendo o que vai acontecer, mas dessa vez eu tinha olhado já fazia um tempo, sabia que o tiroteio aconteceria mas não fazia a miníma ideia de que tudo começaria no episódio 23. 
Quando Mr. Clark entrou no hospital nem lembrava quem era ele, não sabia porque ele estava procurando o atual chefe - Derek - e tudo estava completamente normal. Até Reed não responder a pergunta do atirador e ele disparar a primeira bala e mata-la. Sim!! Aí eu já dei um pulo no sofá! Mas nem deu tempo de ficar chocada porque o próximo a levar o tiro foi o meu  Alex! Foi aí que tudo começou! Fiquei extremamente agonizada com o Alex se arrastando para o elevador na tentativa de avisar alguém enquanto o atirador estava a solta no hospital.


Descobrimos depois o motivo de tudo isso. A esposa de Mr. Clark estava bem doente e em coma cerebral, tinha assinado um termo para que desligassem as máquinas e deixassem que ela fosse embora, mas o marido nunca aceitou isso. Mesmo assim, Derek ordenou que desligassem as máquinas, Lexie o fez e Dr. Webber era o atendente do caso. Por isso, Mr. Clark volta buscando a "justiça" e causa esse grande caos. Depois, em um dialogo com Dr. Webber - e que dialogo! - ele diz que seu plano era se matar depois de tudo, queria matar Webber mas só havia uma bala restante. Esse dialogo é genial e mexeu muito com a minha cabeça!


Todo esse motivo me levou a pensar em "A lista negra" e refletir sobre a mente dessas pessoas, entender isso é bem interessante, a ideia de justiça que eles tem, acreditando realmente que aquilo o que estão fazendo é para um bem e não para o mal. Me fez refletir sobre a que ponto a mente humana perturbada pode chegar. O que um trauma pode fazer. Nem o próprio atirador imaginou as proporções que aquilo poderia tomar.

"Não doí mais. A dor foi embora. Isso é ruim, não é?!"

Várias cenas me deixaram bem aflitas e com sentimento de impotência. Preciso citar a cena da Dr. Bailey e o Dr. Percy. Miranda estava junto com ele atendendo uma paciente, quando o atirador entra na sala. Dr. Percy se esconde no banheiro e Miranda fica em baixo da cama. A paciente finge estar morta - o que acaba deixando  Mr. Clark com ainda mais raiva. O atirador entra no banheiro e pergunta para Percy se ele é cirurgião, ele diz que sim e automaticamente leva um tiro. Juro que aquele estrondo continuou ecoando no meu ouvido. Nada descreve aquela cena, o sentimento que me trouxe ao ver Dr. Percy caído no chão enquanto Dr. Bailey segurava o choro mas era arrastada pela perna e dizia ser enfermeira. Depois, Bailey e a garota paciente tentam salvar Dr. Percy, isso me deixou tão aflita, tão chocada. Tive vontade de gritar quando tudo foi em vão. Os elevadores não estavam funcionando e não teria como salva-lo. É aí que Miranda se vira e grita, chora, depois se volta para a garota, senta a seu lado. E ali ficam as duas. Bailey com ele no colo, sem abandona-lo, enquanto ele espera sua morte.


Outra cena chocante é quando Mr. Clark encontra Derek e o confronta, diz todos os seus motivos e Derek explica tudo novamente, fala que o entende, outro diálogo excepcional do episódio - tudo isso com uma arma apontada pra si. Aí April entra sem saber de nada e acontece que Derek é atingido. 
Depois de tudo isso, quando Cristina está tentando salvar Derek e Meredith está em crise, o atirador entra na sala de operação e coloca a arma na cabeça de Yang, ameaçando disparar caso ela não pare de salvar Sheperd. Nisso, Hunt acaba levando um tiro e Meredith corre pra salva-lo, é quando ela tem um aborto espontâneo, além de tudo!

"A vida é feita de escolhas. Sim ou não. Pra cima em pra baixo. E depois tem as escolhas que realmente importam. Amor ou Ódio. Ser um herói ou um covarde. Lutar ou se deixar levar. Viver. Ou morrer. Vivar ou morrer. Essa é a escolha mais importante e não está sempre em nossas mãos."

E tem muito mais, muito mais mesmo! Quando o atirador vai para a pediatria e Arizona e Callie entram em desespero, quando ele encontra Lexie no corredor - ela acaba indo parar até em uma clinica, por causa do trauma. Em todos, aquele dia ficou marcado. É uma cicatriz na alma de todos os que sobreviveram ao grande tiroteio.
Não tenho palavras para descrever esse episódio, com certeza foram algumas das cenas mais chocantes que já vi na vida. Estrondos que ficaram na minha cabeça. Frases e dialogos que sei que vão me acompanhar por muito tempo. Me fez refletir tanto e pensar tanto sobre a sociedade, a vida, tudo. Mesmo com esse texto enorme é impossível descrever. Mesmo que você não assista Grey's anatomy e não saiba do que eu estou falando, vale a pena assistir pelo menos esses dois episódios.

PS: Realmente espero que não tenha ficado confuso e entendam a mensagem que quis passar pra vocês. Prometo que os próximos posts sobre séries serão mais organizados!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Coluna da Dani


Olá queridos leitores que andam vivendo no infinito. Sou nova no pedaço, e como ninguém aqui me conhece, ei de apresentar-me.
Meu nome é Dani, tenho dezenove anos, estou cursando jornalismo, e como é de se esperar, amo ler, escrever, viajar no mundo das palavras, fazendo o possível para que elas andem de mãos dadas e juntas transmitam algum sentimento que faça sentido para você, e para mim, e dessa forma tornar este um encontro convidativo, para que você participe e opine. (E quem sabe volte.)
Bom, fui convidada pela (maravilhosa) Bia para ter uma coluna só minha, coisa chic né? Também achei.

E a minha ideia é trazer alguns textinhos de autoria própria, espero que gostem, porque eu, já estou amando (e, estarei aqui toda quinta-feira).


O mundo dos sonhos

Sonhar é aquela sensação envolvente,
que só de pensar trás o frio na barriga.
É o tal vento que toca a sua face, 
e você sente o balançar na alma,
que por sua vez, viaja por milhas,
até o tão esperado encontro.
E antes de perceber, você está lá,
de olhos fechados,
com um sorriso surgindo nos lábios.
É tão espontâneo.

Até que um dia você passa a acreditar,
seja por tamanha vontade,
ou por necessidade.
Transforma a negatividade dos outros
em desafio, possibilidade, positividade.
E é aí que você descobre,
além de sentir o vento,
você é capaz de tocá-lo.
Assim como as cordas de um violão,
pouco a pouco a melodia vai surgindo
até que se completa por inteiro.

E assim é o mundo dos sonhos.
Não é meio acorde, uma palavra, ou um verso.
É o conjunto, que junto te faz realizar.
Afinal, qual seria o sentido de ter um sonho
alojado no coração, se não fosse a realização?