domingo, 31 de agosto de 2014

Bienal do livro SP 2014

Hey bookaholics!
Como vocês já devem saber, no dia 23 fui na bienal de livro de São Paulo, então decidi contar aqui um pouco de como foi.
Minha intenção era fazer tudo o que eu tinha programado, comprar livros, tirar bastante foto pro blog, quem sabe até gravar um vídeo e depois iria pra fila da Rocco para a sessão de autógrafos com a Sophia e a Carol do livro "O reino das vozes que não se calam". Maaas, todos os planos foram por água a baixo assim que entrei na bienal haha Primeiro, achei que não ia conseguir o autógrafo e fiquei super mal, fora que quando cheguei - antes de entrar - as filas estavam super desorganizadas, fui de carro com uma amiga e ia encontrar com minhas outras amigas lá, mas quem disse que a gente se encontrou? Pra melhorar a situação, lá dentro o sinal não pegava, mas acabei encontrando todo mundo na praça de alimentação, alivio!! Enfim, quando decidi comprar os livros estava extremamente impossível de andar, as filas pra pagar enormes e tinham estandes fechados por causa da grande quantidade de pessoas. Uma desorganização total!! Cheguei a perguntar para o vendedor do estande aonde ficava a fila e ele respondeu "não sei", fiquei chocada. Por conta da super lotação e da desorganização acabei comprando só três livros, depois desisti e fui almoçar, fiquei andando com as meninas. Decidimos ir no banheiro, mas desistimos porque a fila estava enooorme, no que estavamos voltando pra ir no estande da Rocco, quem eu encontro?! A Pâm, do garotait! Nem acreditei, quando soube que ela ia pensei "nunca que vou encontrar ela no meio de todo mundo"! Aí fui lá ser tiete e tirar foto haha <3
Enfim, ficamos jogadas um bom tempo lá, conversando e descansando, aí fomos pra fila da Rocco. Tudo na minha cabeça dizia que não ia dar certo, que eu não ia conseguir, mas depois de muito sufoco, finalmente eu consegui vê-las e abracei a Sophia beeeem forte, precisava muito disso, sabe? Ela super atenciosa como sempre e a Carol também é um amoor, me conquistou <3
Logo depois já tive que ir embora, então nem deu tempo de fazer muita coisa. Ah, perdoem a foto, ficou extremamente tremida, porque tirei enquanto andava e foram bem poucas, por isso estou postando só essa, já que as outras ficaram bem ruins :/


Tudo valeu a pena <3

Vamos aos livros agora?

Fui no estande da farol com o intuito de comprar "Despedaçada", mas sabe aquela sensação de não querer terminar a série e "medo" do que vai acontecer? Então, aí acabei não levando "Despedaçada" me arrependi profundamente e quando estava indo embora vi esse livro e me apaixonei pela sinopse, então trouxe pra estante <3
  Queria comprar esse livro já há algum tempo, foi o primeiro livro que comprei na bienal, e como o estande estava vazio, decidi levar, vamos ver o que me aguarda!

Esse eu tive que levar, já fui pra bienal com ele na cabeça, a premissa da distopia é simplesmente maravilhosa, vi o trailer do filme uns dias antes e foi assim que descobri a história, desde então o livro não saiu da mente, não vejo a hora de ler!

Espero que tenham gostado do post, foi minha primeira experiência com a bienal, nos próximos anos tem mais!
Se você estiver lendo esse post e também foi na bienal ou já leu algum desses livros, escreva o que achou aqui em baixo, nos comentários :D

sábado, 30 de agosto de 2014

Atualização #2

Olá, bookaholics, como vocês estão?
Bom, estou em época de provas e essa é a ultima semana, o tempo está bem corrido, ainda mais com essa dor de cabeça que não passa, então geralmente ou estou estudando ou dormindo e acaba que quase não sobra tempo, então queria me desculpar mesmo por não estar postando tão regularmente, mas é só por esses dias, depois tudo volta ao normal, prometo!!
Logo faço o post contando sobre a bienal do livro, já terminei de ler "A extraordinária garota chamada estrela", que recebi da editora Gutenberg e estou lendo "Se arrependimento matasse", do autor Alma Cervantes, em parceria também. Então fiquem esperando resenhas!! Ah, assim que minhas provas acabarem vou ler "Proibido" que estou loooouca pra ler, então logo tem resenha dele também! Deixem sugestões de posts, pro blog em geral e também criticas ou elogios se vocês quiserem, pois quero melhorar esse nosso cantinho aqui :D
Então é isso, esse post foi mais pra dar sinal de vida mesmo e explicar essa ausência, mas logo volta ao normal!
Beijos e muito obrigada a quem continua acompanhando o blog!
Espero que vocês não desistam de mim! hahaha

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Resenha: Pausa - Colleen Hoover

Editora:  Galera Record
Páginas: 301
Ano: 2013
ISBN: 9788501401892

Sinopse:
"Destinados um ao outro, Layken e Will superaram os obstáculos que ameaçavam seu amor. Mas estão prestes a aprender, no entanto, que aquilo que os uniu pode se transformar, justamente, na razão de sua separação. O amor pode não ser o bastante.Depois de testado por tragédias, proibições e desencontros, o relacionamento de Layken e Will enfrenta novos desafios. Talvez a poesia desse casal acabe num verão solitário... Sem direito a rimas ou ritmo. A ex-namorada de Will retorna arrependida de ter deixado o rapaz. E está disposta a tudo para reconquistá-lo. Insegura, Layken começa a ler novas reações no comportamento do rapaz. E na insistência para adiar a "primeira vez" de ambos. 
Presos em uma ironia cruel do destino, eles precisam descobrir se o que sentem é verdadeiro ou fruto da extraordinária situação que os uniu. Será que é amor? Ou apenas compaixão? Layken passa a questionar a base de seu relacionamento com Will. E ele precisa provar seu amor para uma garota que parece não conseguir parar de "esculpir abóboras". Mas quando tudo parece resolvido, o casal se depara com um desafio ainda maior - e que talvez mude não só suas vidas, mas também as vidas de todos que dependem deles. "

A premissa de Pausa me deixou com um pé atrás, afinal, a história de ex-namorada voltar e estragar tudo já está bem batida, mas, como sempre, Colleen Hoover não me decepcionou, adoro essa arte que ela tem, transformar o clichê em algo diferente.
É basicamente assim que Pausa começa, com Lake na faculdade e Will no mestrado, lá ele encontra a ex-namorada, mas não conta nada para Lake por seus motivos (isso me deixou com muita raiva, porque se ele tivesse contado iria ser tão melhor e ele podia fazer isso - na verdade não, senão não teria livro, mas..) e é claro que a garota acaba descobrindo da pior maneira possível. (borboleta!) 


"Mas, às vezes, as coisas não acontecem em ordem cronológica na vida das pessoas. Especialmente em nossas vidas. Já faz um bom tempo que a nossa ordem cronológica ficou bem confusa."

Grande parte do livro é Will Cooper tentando provar seu amor por Lake, que está duvidando já que a primeira vez de ambos era sempre adiada  e agora com a chegada da ex-namorada. (e o maldito beijo na testa) Outro questionamento de Lake - esse acho bem interessante - é o de se perguntar se ela e Will não continuam juntos apenas porque tem que cuidar sozinhos dos irmãos - mas o garoto faz questão de mostrar que não.

"— Acho que talvez você esteja com ela pelos motivos errados. Talvez sinta pena por ela estar passando pela mesma coisa que você passou com sua família. Se isso for verdade, não é justo com ela. Acho que você deve isso a ela, uma nova chance a nós dois. Para você ver o que seu coração sente de verdade."

Quando essa grande briga acontece, Lake e Will ficam sozinhos e abalados, mas é bom saber que as pessoas ao redor vão ajudar, então Eddie e Gavin são os melhores amigos nessa hora, além dos irmãos e principalmente Kiersten - amiga dos irmãos que tem as melhores colocações ever. Embora Eddie tenha me feito rir e refletir muito em Métrica, Kiersten ganhou meu coração no segundo livro.
Além do apoio dos amigos, o casal tem o apoio da mãe de Lake, que deixa um presente para ambos que eu simplesmente amei!! 

"- Espere. Antes de você ir...quais são seus planos para amanhã à noite? Ela revira os olhos. - Que tipo de pergunta é essa? Você é o meu plano. Você sempre é meu único plano."

Acontece que o livro não é só isso, passa bem longe, pelo menos para mim, o verdadeiro clímax é a segunda parte. Li o livro no escuro, então foi uma grande surpresa e me fez ficar extremamente desesperada, a partir daí não conseguia mais parar de ler. Eu o li todinho em algumas horas.

"Minha namorada não fala comigo. Amanhã vou ter aula com a razão pela qual minha namorada não fala comigo. Minha vizinha de 11 anos dá conselhos melhores do que eu. Estou me sentindo um pouco frustrado."

Gosto do enredo desse livro, principalmente da mistura de emoções ao longo do livro - acredito que ainda mais contrastadas do que em Métrica - posso te garantir grandes surpresas. Definitivamente ganha cinco estrelas. Agora estou louca por This Girl - na versão do Will, mal posso esperar! 
Colleen Hoover definitivamente ganhou meu coração com Métrica, mudou os meus conceitos de romance com Pausa e me fez ama-la ainda mais com Um Caso perdido.



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

TOP 3: Quotes de series


"Nós achamos que a dor é o pior sentimento, mas não é. Como algo pode ser pior do que esse eterno silêncio dentro de mim?" - American Horror Story (Coven)

"A verdade e a realidade machucam. Então nós mentimos... pra todos, mas especialmente, pra nós mesmos." - Grey's anatomy

"Você sabe o que falam sobre a esperança. Causa tristeza eterna." - Pretty little liars

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Resenha: O Reino das vozes que não se calam - Carolina Munhóz e Sophia Abrahão

O reino das vozes que não se calam - Carolina Munhóz & Sophia Abrahão
Editora: Rocco (selo fantástica)
Páginas: 288
Ano: 2014
ISNB: 9788568263006
Sinopse:
"Em sua estreia na Rocco e marcando também a chegada do selo Fantástica, a escritora Carolina Munhóz, ganhadora do Prêmio Jovem Brasileiro por seu primeiro livro, A fada, apresenta O Reino das vozes que não se calam, escrito em parceria com a atriz e cantora Sophia Abrahão. Espécie de conto de fadas contemporâneo, em que um mundo mágico é palco para uma história de autoconhecimento e o poder dos sonhos, o romance conta a história de Sophie, uma garota cansada de sofrer com a indiferença das pessoas até descobrir um Reino onde seus talentos são reconhecidos. Cedo ou tarde, porém, ela terá que decidir entre a realidade e a fantasia, numa jornada repleta de descobertas e desafios."

Talvez essa seja a resenha mais difícil de fazer, no quesito profissionalismo, como já havia dito antes, sou mega fã da Sophia Abrahão, que ajudou a escrever esse livro em quatro mãos, e claro que há um lado fã nisso tudo, tenho que dizer que estou orgulhosa, sim, mas antes de começar essa resenha, gostaria de dizer que toda a minha opinião é realmente verdadeira, sem influências em relação ao quesito fã.
Bom, no inicio tive um imenso preconceito com esse livro, sabendo que a Carol escreve vários livros de fada e esse universo fantástico, coisa que não gosto, aquele tipo de livro que não é mim, sabe? Quando soube que haveria um reino colorido cheio de arco-iris e seres mágicos, torci o nariz, mas a história está aí no papel pra provar que eu estava errada.
O Reino das vozes que não se calam conta a história de Sophie, uma garota bem magra - o que foge de todos os padrões de beleza atuais - e que é constantemente taxada de anoréxica e outros apelidos do tipo, de modo que ninguém entende que ela é assim e pronto. A garota tem uma melhor amiga, Anna, super popular e falante, enquanto Sophie vive em um mundo cinzento, mas os opostos se atraem, não é?! Bom, até um certo ponto...
A Protagonista
Uma das melhores qualidades de Sophie - além de ser extremamente alternativa, e sim, eu ameeeei isso - é o modo como reflete sobre si mesma e o mundo e que, mesmo estando tudo sem vida, não perde o humor - mesmo que isso seja uma forma de cobrir seu sofrimento. Quando li o primeiro capitulo, achei que seria mais uma personagem superficial, com problemas superficiais, mas - não sei se por causa do momento em que li - afundei na história e a personagem realmente me cativou, muitas vezes me identifiquei com ela.

Depressão e Sentimentos
O modo com que a depressão é tratada nesse livro deve ser lida como um filtro. Por ser um livro infanto-juvenil a linguagem é mais leve, mas ainda assim nos faz refletir. Por meio de palavras não tão densas, as autoras conseguiram passar a ideia do mundo cinzento, parecia que as páginas eram feitas de chumbo. O leitor que ler apenas por ler, não vai perceber a profundidade do livro e do assunto, é preciso parar para observar e refletir. 
Há um momento em que a garota começa a tomar medicamentos por causa da depressão, depois que tudo desmorona, e isso acaba tendo algumas consequências que não eram pra acontecer, não sei se a intenção foi fazer uma critica, mas eu particularmente não concordo com essa história de remédios. Porém, em relação a eles, é claramente compreensível o motivo pelo qual a garota aceita toma-los, pelo meu ver em relação a ela, não havia nenhum motivo pelo qual não tomar, sabe? Já que as coisas estavam tão ruins, e tudo o que ela queria era fechar os olhos pra poder ser feliz..
Uma coisa que me incomodou em relação a isso foram as conversas com o psicologo, alguns diálogos foram melhores, mas achei um pouco desnecessárias algumas partes, por não terem reflexo (?).
Fora isso, a dor foi tratada da maneira como deveria ser e me levou junto com a protagonista, em certa parte da história, me identifiquei tanto que parecia que nós duas eramos uma só.

O reino e a analogia
A parte do reino colorido, gatos falantes, guardiãs, primeiro ministro, arco-iris, fadas, etc, realmente não gostei, mas porque não gosto muito de fantasia, porém achei incrível o modo como as autoras inseriram o reino no contexto do livro. Há quem leia e diga que o reino das vozes que não se calam era real, há que diga - como eu - que não passava de sonhos, fantasias que nos fazem bem. 
Cada um de nós tem um reino a visitar, cada um de nós tem um lugar ideal e ele não precisa necessariamente ser um lugar fantasioso. Cada um de nós possui uma ideia de felicidade e cada individuo foge para um lugar diferente quando está se sentindo pesado como chumbo. O seu reino pode ser a música, pode ser o teatro, o seu reino pode ser os livros que você ama ler. O seu reino pode ser qualquer um, basta estar em um lugar e se desligar do mundo, não é assim? Todo mundo merece um lugar em que possa descansar das armadilhas e baixos da vida. O seu reino pode até ser alguém.
Do meu ponto de vista, o foco do livro não é o reino em si, mesmo quando ele aparecia, o foco foi dado em sua ideia, na premissa de O reino das vozes que não se calam. A grande dúvida entre "ser feliz em um lugar em que todos te aceitam ou aceitar e enfrentar os problemas na vida real para ser feliz na outra dimensão?" Acredito que o objetivo do livro foi responder justamente essa pergunta e respondeu, muito bem, que é preciso sim voltar para a realidade, é necessário acordar do transe e enfrentar a vida. 
O Reino é aquele lugar feliz, aquele lugar que te acolhe e te faz esquecer os problemas, mas uma hora é necessário voltar. É o que dizem todos daquele reino, principalmente sua avó e a guardiã, que antes de se tornar a princesa, ela deve resolver as coisas na outra dimensão.


O romance
Sua dimensão começa a fazer mais sentido quando ela conhece Léo, um garoto que a entende e tem praticamente vários gostos iguais, são unidos por tanta coisa, mas principalmente pela música. Não é um romance meloso como esperei que seria, pelo contrario, mas também não fiquei completamente apaixonada pelo casal, e sim pelos diálogos, pela amizade maior do que tudo entre os dois. Acho que o Léo é mais do que um namorado, ele é alguém, ou como diria grey's anatomy, a pessoa de Sophie, e todo mundo precisa de uma pessoa. 
A amizade de Sophie e Anna também é bem tratada, aquela amizade de ferro que vocês podem brigar e se distanciar, mas sabem que ainda se importam com a outra e o primeiro passo que alguém der, bom, vocês irão voltar a se falar.
A amizade dela com Mônica é a inesperada. Gostei bastante dessa personagem, principalmente pelos toques de realidade que ela dá em Sophie, como em relação a ela dar mais espaço, porque com certeza há gente que gostaria de conhece-la melhor.
A relação com os pais também é bastante intensa e gostei da maneira como foi trabalhada. 
Dei vários suspiros e várias risadas com muitos desses diálogos.

A música
A música é uma das bases desse livro, além da premissa. Sophie tem o talento de cantar, mas o esconde até certo ponto. Léo também é apaixonado por música. O reino é movido por música. Então há de se esperar que ela esteja entre as páginas mágicas. O livro também faz referência a várias músicas maravilhosas, algumas internacionais e outras nacionais, da própria Sophia (Abrahão). Gostei bastante que na ultima página do livro está localizada a trilha sonora. Genial! hahaha

Diagramação
A letra possui um tamanho ideal, as páginas são meio amareladas, e nem preciso falar sobre os desenhos no início de cada capítulo. Extremamente caprichada e muito bonita. Vale contar que eu sou apaixonada pela quarta-capa! 

O final do livro não me agradou muito no quesito realidade, não sei se vocês sabem, mas prefiro finais mais realistas e meio melosos, e nesse aconteceu o contrário. Acredito que tenha sido muito fantasioso e fico me perguntando, essa conclusão mostra a ideia de que "então tenho que conhecer algum garoto e ele vai me fazer feliz, aí vai ficar tudo bem", mas na vida as coisas não acontecem assim. Porém, como já esperava essa final mais "felizes para sempre", não foi uma decepção tão grande, e a história em geral me agradou bastante. 
A escrita foi maravilhosa, te puxa pra dentro da história e você não consegue mais parar de ler. O final deixa um gostinho de quero mais, e também uma necessidade de saber o que acontece depois. Mas acredito que o livro no quesito número de páginas tenha a medida certa.
Concluindo, O reino das vozes que não se calam é um livro que me surpreendeu e foi, de certa forma, o meu reino, durante a leitura. É um livro com linguagem leve, mas que mesmo assim nos faz refletir e traz a mensagem de que sim, é possível ser feliz.
Citações preferidas:

"Sua vida está escura como esse tecido, embora você sempre brilhe no mar de lamentações de seus dias. Se não existisse luz em você, seria impossível localizá-la."

"Eu vejo uma jovem um pouco perdida, talvez revoltada demais com o mundo. Não sei porque razão. Redescubro uma garota com uma voz linda e uma facilidade incrível de transportar sentimentos para melodias no papel. Uma pessoa que fala o que pensa e pensa o que sente, talvez madura demais para a idade. Vejo uma pele difícil de ser esquecida e um sorriso que pode ser mágico quando quer. Gosto dos meus lábios, porque lembram os da minha mãe. E das minhas sobrancelhas, parecidas com as do meu pai. Mesmo achando que meu cabelo ruivo tem mais personalidade do que eu, ainda é legal o modo como ele mostra o quanto minha alma é única. Acho que sinto isso. Que sou diferente, mas isso é bom. Que quanto eu peso ou como me visto não importa se eu estiver bem comigo mesma."

"Desde a primeira vez que as vira, sabia que ela era como um passarinho com asas quebradas.
Não queria consertá-las.
Mas gostaria de tentar encorajá-la a se curar e voar."

"Serio que nem vai fingir que a ligação caiu? - falou o garoto do outro lado da linha - Dá pra ouvir a sua respiração."

"Ninguém pode fazer outra pessoa feliz. Nós precisamos encontrar a nossa própria felicidade. Eu nunca achei que fosse digna de ser feliz. Esse sempre foi o grande problema."