Ano: 2013
ISBN: 9788501401380
Páginas: 392
Nota: 3.5/5
Quais são os poderes e segredos por trás das espadas de uma assassina?
Celaena Sardothien é mais conhecida como a Assasina de Ardalan. Após ser capturada e jogada nas minas para trabalhar como escrava, ela é liberada a mandados do príncipe herdeiro. Haverá uma competição que poderá ter como consequência a tão sonhada liberdade. O rei precisa de um lacaio, um assassino que faça seus serviços. Serão quatro anos de servidão e então, a liberdade. Mas não será tão fácil assim. Haverá uma competição entre vários criminosos, Celaena está entre entres. E está determinada a vencer.
"Sim, ela iria - para o Forte da Fenda ou qualquer lugar, até atravessaria os portais de Wyrd a caminho do próprio inferno, se isso significasse liberdade."
Treinada por Chaol, capitão da guarda, e apoiada por Dorian, o príncipe, ela encontrará muitos obstáculos no caminho e deverá desviar de cada um deles caso queira, de fato, alcançar seu objetivo. Mas dizer quem ela realmente é seria muito arriscado, então, a mandado do rei, ela passa a ser outra pessoa e acolhe seu alter-ego. Agora, a assassina passa a ser uma ladra de joias e atende pelo nome de Lillian. Porém, outras coisas acontecerão. Ela passa a ter uma amiga, Nehemia, mas a desconfiança pode surgir. Será confirmada? Quem está realmente ao lado dela? Ela vai vencer? Existe magia? Algumas respostas são previsíveis, outras, nem tanto.
Esse é um livro que me deixou com um sentimento um tanto quanto bipolar, digamos assim. Devido a ressaca literária maldita, demorei bastante tempo pra ler. Muito mesmo. Então a leitura foi um tanto quanto arrastada, e isso prejudicou um tanto. O fator do romance também foi um tanto quanto broxante. Na sinopse da a entender que a protagonista não ligará para romances, ela está ali por ela, pela sua individualidade. Ela não é uma cinderela. Errado. Há um triangulo amoroso. Mais um? Sim, mais um. Por mais que eu tenha torcido para um dos casais - para o que não da certo, como sempre - achei que teria sido melhor caso esse triângulo não tivesse sido tão focado. Poderia estar ali, mas sem tanto enfoque.
O ponto forte do livro, porém, conseguiu fazer com que a balança se equilibrasse. Eu amo a protagonista, ela é totalmente ácida, cheia de humor e completamente sarcástica. Forte, mas ao mesmo tempo esconde segredos e lembranças doídas no fundo da alma. Ela é pesada e leve ao mesmo tempo. E sofre. E esconde. E sorri. E xinga. E é humana. E mais, ela é uma assassina!
As reviravoltas também são maravilhosas - embora algumas previsíveis - e tudo faz sentido. A autora conseguiu criar uma história e fechar um dos ciclos. O primeiro livro cumpriu exatamente o que deveria para o início de uma trilogia.
Em resumo, Trono de Vidro é um livro equilibrado. Os pontos positivos compensam os negativos e vice e versa. Esperava mais, mas ao mesmo tempo não deixou tanto a desejar. O final te deixa curioso para começar o próximo livro - que dizem ser o melhor. Recomendo sim a leitura, mas não vão com tanta sede ao pote.
"Bibliotecas estavam cheias de ideias. Talvez as mais perigosas e poderosas armas."
Esse é um livro que me deixou com um sentimento um tanto quanto bipolar, digamos assim. Devido a ressaca literária maldita, demorei bastante tempo pra ler. Muito mesmo. Então a leitura foi um tanto quanto arrastada, e isso prejudicou um tanto. O fator do romance também foi um tanto quanto broxante. Na sinopse da a entender que a protagonista não ligará para romances, ela está ali por ela, pela sua individualidade. Ela não é uma cinderela. Errado. Há um triangulo amoroso. Mais um? Sim, mais um. Por mais que eu tenha torcido para um dos casais - para o que não da certo, como sempre - achei que teria sido melhor caso esse triângulo não tivesse sido tão focado. Poderia estar ali, mas sem tanto enfoque.
"Celaena se movia rapidamente, como uma dançarina em um ritual, como uma serpente do deserto Vermelho, como a água que desce a encosta de uma montanha."
O ponto forte do livro, porém, conseguiu fazer com que a balança se equilibrasse. Eu amo a protagonista, ela é totalmente ácida, cheia de humor e completamente sarcástica. Forte, mas ao mesmo tempo esconde segredos e lembranças doídas no fundo da alma. Ela é pesada e leve ao mesmo tempo. E sofre. E esconde. E sorri. E xinga. E é humana. E mais, ela é uma assassina!
As reviravoltas também são maravilhosas - embora algumas previsíveis - e tudo faz sentido. A autora conseguiu criar uma história e fechar um dos ciclos. O primeiro livro cumpriu exatamente o que deveria para o início de uma trilogia.
"- Cada um faz o que pode para sobreviver."
Em resumo, Trono de Vidro é um livro equilibrado. Os pontos positivos compensam os negativos e vice e versa. Esperava mais, mas ao mesmo tempo não deixou tanto a desejar. O final te deixa curioso para começar o próximo livro - que dizem ser o melhor. Recomendo sim a leitura, mas não vão com tanta sede ao pote.


