quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Resenha: O Reino das vozes que não se calam - Carolina Munhóz e Sophia Abrahão

O reino das vozes que não se calam - Carolina Munhóz & Sophia Abrahão
Editora: Rocco (selo fantástica)
Páginas: 288
Ano: 2014
ISNB: 9788568263006
Sinopse:
"Em sua estreia na Rocco e marcando também a chegada do selo Fantástica, a escritora Carolina Munhóz, ganhadora do Prêmio Jovem Brasileiro por seu primeiro livro, A fada, apresenta O Reino das vozes que não se calam, escrito em parceria com a atriz e cantora Sophia Abrahão. Espécie de conto de fadas contemporâneo, em que um mundo mágico é palco para uma história de autoconhecimento e o poder dos sonhos, o romance conta a história de Sophie, uma garota cansada de sofrer com a indiferença das pessoas até descobrir um Reino onde seus talentos são reconhecidos. Cedo ou tarde, porém, ela terá que decidir entre a realidade e a fantasia, numa jornada repleta de descobertas e desafios."

Talvez essa seja a resenha mais difícil de fazer, no quesito profissionalismo, como já havia dito antes, sou mega fã da Sophia Abrahão, que ajudou a escrever esse livro em quatro mãos, e claro que há um lado fã nisso tudo, tenho que dizer que estou orgulhosa, sim, mas antes de começar essa resenha, gostaria de dizer que toda a minha opinião é realmente verdadeira, sem influências em relação ao quesito fã.
Bom, no inicio tive um imenso preconceito com esse livro, sabendo que a Carol escreve vários livros de fada e esse universo fantástico, coisa que não gosto, aquele tipo de livro que não é mim, sabe? Quando soube que haveria um reino colorido cheio de arco-iris e seres mágicos, torci o nariz, mas a história está aí no papel pra provar que eu estava errada.
O Reino das vozes que não se calam conta a história de Sophie, uma garota bem magra - o que foge de todos os padrões de beleza atuais - e que é constantemente taxada de anoréxica e outros apelidos do tipo, de modo que ninguém entende que ela é assim e pronto. A garota tem uma melhor amiga, Anna, super popular e falante, enquanto Sophie vive em um mundo cinzento, mas os opostos se atraem, não é?! Bom, até um certo ponto...
A Protagonista
Uma das melhores qualidades de Sophie - além de ser extremamente alternativa, e sim, eu ameeeei isso - é o modo como reflete sobre si mesma e o mundo e que, mesmo estando tudo sem vida, não perde o humor - mesmo que isso seja uma forma de cobrir seu sofrimento. Quando li o primeiro capitulo, achei que seria mais uma personagem superficial, com problemas superficiais, mas - não sei se por causa do momento em que li - afundei na história e a personagem realmente me cativou, muitas vezes me identifiquei com ela.

Depressão e Sentimentos
O modo com que a depressão é tratada nesse livro deve ser lida como um filtro. Por ser um livro infanto-juvenil a linguagem é mais leve, mas ainda assim nos faz refletir. Por meio de palavras não tão densas, as autoras conseguiram passar a ideia do mundo cinzento, parecia que as páginas eram feitas de chumbo. O leitor que ler apenas por ler, não vai perceber a profundidade do livro e do assunto, é preciso parar para observar e refletir. 
Há um momento em que a garota começa a tomar medicamentos por causa da depressão, depois que tudo desmorona, e isso acaba tendo algumas consequências que não eram pra acontecer, não sei se a intenção foi fazer uma critica, mas eu particularmente não concordo com essa história de remédios. Porém, em relação a eles, é claramente compreensível o motivo pelo qual a garota aceita toma-los, pelo meu ver em relação a ela, não havia nenhum motivo pelo qual não tomar, sabe? Já que as coisas estavam tão ruins, e tudo o que ela queria era fechar os olhos pra poder ser feliz..
Uma coisa que me incomodou em relação a isso foram as conversas com o psicologo, alguns diálogos foram melhores, mas achei um pouco desnecessárias algumas partes, por não terem reflexo (?).
Fora isso, a dor foi tratada da maneira como deveria ser e me levou junto com a protagonista, em certa parte da história, me identifiquei tanto que parecia que nós duas eramos uma só.

O reino e a analogia
A parte do reino colorido, gatos falantes, guardiãs, primeiro ministro, arco-iris, fadas, etc, realmente não gostei, mas porque não gosto muito de fantasia, porém achei incrível o modo como as autoras inseriram o reino no contexto do livro. Há quem leia e diga que o reino das vozes que não se calam era real, há que diga - como eu - que não passava de sonhos, fantasias que nos fazem bem. 
Cada um de nós tem um reino a visitar, cada um de nós tem um lugar ideal e ele não precisa necessariamente ser um lugar fantasioso. Cada um de nós possui uma ideia de felicidade e cada individuo foge para um lugar diferente quando está se sentindo pesado como chumbo. O seu reino pode ser a música, pode ser o teatro, o seu reino pode ser os livros que você ama ler. O seu reino pode ser qualquer um, basta estar em um lugar e se desligar do mundo, não é assim? Todo mundo merece um lugar em que possa descansar das armadilhas e baixos da vida. O seu reino pode até ser alguém.
Do meu ponto de vista, o foco do livro não é o reino em si, mesmo quando ele aparecia, o foco foi dado em sua ideia, na premissa de O reino das vozes que não se calam. A grande dúvida entre "ser feliz em um lugar em que todos te aceitam ou aceitar e enfrentar os problemas na vida real para ser feliz na outra dimensão?" Acredito que o objetivo do livro foi responder justamente essa pergunta e respondeu, muito bem, que é preciso sim voltar para a realidade, é necessário acordar do transe e enfrentar a vida. 
O Reino é aquele lugar feliz, aquele lugar que te acolhe e te faz esquecer os problemas, mas uma hora é necessário voltar. É o que dizem todos daquele reino, principalmente sua avó e a guardiã, que antes de se tornar a princesa, ela deve resolver as coisas na outra dimensão.


O romance
Sua dimensão começa a fazer mais sentido quando ela conhece Léo, um garoto que a entende e tem praticamente vários gostos iguais, são unidos por tanta coisa, mas principalmente pela música. Não é um romance meloso como esperei que seria, pelo contrario, mas também não fiquei completamente apaixonada pelo casal, e sim pelos diálogos, pela amizade maior do que tudo entre os dois. Acho que o Léo é mais do que um namorado, ele é alguém, ou como diria grey's anatomy, a pessoa de Sophie, e todo mundo precisa de uma pessoa. 
A amizade de Sophie e Anna também é bem tratada, aquela amizade de ferro que vocês podem brigar e se distanciar, mas sabem que ainda se importam com a outra e o primeiro passo que alguém der, bom, vocês irão voltar a se falar.
A amizade dela com Mônica é a inesperada. Gostei bastante dessa personagem, principalmente pelos toques de realidade que ela dá em Sophie, como em relação a ela dar mais espaço, porque com certeza há gente que gostaria de conhece-la melhor.
A relação com os pais também é bastante intensa e gostei da maneira como foi trabalhada. 
Dei vários suspiros e várias risadas com muitos desses diálogos.

A música
A música é uma das bases desse livro, além da premissa. Sophie tem o talento de cantar, mas o esconde até certo ponto. Léo também é apaixonado por música. O reino é movido por música. Então há de se esperar que ela esteja entre as páginas mágicas. O livro também faz referência a várias músicas maravilhosas, algumas internacionais e outras nacionais, da própria Sophia (Abrahão). Gostei bastante que na ultima página do livro está localizada a trilha sonora. Genial! hahaha

Diagramação
A letra possui um tamanho ideal, as páginas são meio amareladas, e nem preciso falar sobre os desenhos no início de cada capítulo. Extremamente caprichada e muito bonita. Vale contar que eu sou apaixonada pela quarta-capa! 

O final do livro não me agradou muito no quesito realidade, não sei se vocês sabem, mas prefiro finais mais realistas e meio melosos, e nesse aconteceu o contrário. Acredito que tenha sido muito fantasioso e fico me perguntando, essa conclusão mostra a ideia de que "então tenho que conhecer algum garoto e ele vai me fazer feliz, aí vai ficar tudo bem", mas na vida as coisas não acontecem assim. Porém, como já esperava essa final mais "felizes para sempre", não foi uma decepção tão grande, e a história em geral me agradou bastante. 
A escrita foi maravilhosa, te puxa pra dentro da história e você não consegue mais parar de ler. O final deixa um gostinho de quero mais, e também uma necessidade de saber o que acontece depois. Mas acredito que o livro no quesito número de páginas tenha a medida certa.
Concluindo, O reino das vozes que não se calam é um livro que me surpreendeu e foi, de certa forma, o meu reino, durante a leitura. É um livro com linguagem leve, mas que mesmo assim nos faz refletir e traz a mensagem de que sim, é possível ser feliz.
Citações preferidas:

"Sua vida está escura como esse tecido, embora você sempre brilhe no mar de lamentações de seus dias. Se não existisse luz em você, seria impossível localizá-la."

"Eu vejo uma jovem um pouco perdida, talvez revoltada demais com o mundo. Não sei porque razão. Redescubro uma garota com uma voz linda e uma facilidade incrível de transportar sentimentos para melodias no papel. Uma pessoa que fala o que pensa e pensa o que sente, talvez madura demais para a idade. Vejo uma pele difícil de ser esquecida e um sorriso que pode ser mágico quando quer. Gosto dos meus lábios, porque lembram os da minha mãe. E das minhas sobrancelhas, parecidas com as do meu pai. Mesmo achando que meu cabelo ruivo tem mais personalidade do que eu, ainda é legal o modo como ele mostra o quanto minha alma é única. Acho que sinto isso. Que sou diferente, mas isso é bom. Que quanto eu peso ou como me visto não importa se eu estiver bem comigo mesma."

"Desde a primeira vez que as vira, sabia que ela era como um passarinho com asas quebradas.
Não queria consertá-las.
Mas gostaria de tentar encorajá-la a se curar e voar."

"Serio que nem vai fingir que a ligação caiu? - falou o garoto do outro lado da linha - Dá pra ouvir a sua respiração."

"Ninguém pode fazer outra pessoa feliz. Nós precisamos encontrar a nossa própria felicidade. Eu nunca achei que fosse digna de ser feliz. Esse sempre foi o grande problema."

domingo, 17 de agosto de 2014

MEME: Cinco programas que me marcaram

Esse é um meme lá do grupo rotaroots que achei bem legal e decidi trazer para o blog, hoje vocês vão conhecer cinco dos programas que mais me marcaram..
Vamos lá ;)

Os feiticeiros de Waverly Place
Sempre fui apaixonaaaaada por essa série, a Selena foi minha primeira crush da vida, tanto que até hoje acho ela tão amável <3 Lembro que já deixei de sair muitas vezes pra ver feiticeiros quando era menor, fiquei louca com o filme e amava os episódios especiais com os vampiros. Pra mim Alex, Justin e Max sempre serão o trio perfeito. A Harper também, claro! "Olha lá, ela ta, ta usando um chapeuzinho(...)" quem lembra?! hahaha

Grey's anatomy
Comecei a assistir Grey's ainda esse ano, tinha "preguiça" de ver todas as temporadas, mas um dia decidi começar e nunca me arrependi, o arrependimento foi de não ter começado antes! Estou no começo da quinta temporada, então sem spoilers, por favor! hahaha
Izzie Stevens é minha personagem preferida, junto com a Cristina Yang e depois o Alex, e sim, eu sei o que vai acontecer porque minha curiosidade foi maior, tô vendo que vou sofrer muuuito!!
É uma serie que me marca pelos assuntos que trata, as cenas memoráveis e os melhores quotes ever que se encaixam na minha vida quase sempre!

Pretty little liars
PLL é uma das minhas series preferidas, que aliás me apresentou a ash benzo <3
Me garante boas risadas, também tem quotes maravilhosos e alguns mistérios bem trabalhados (porque outros ficaram no meio do caminho). A série me irrita um pouco por causa da grande enrolação, mas estou bem feliz com  os últimos episódios! Uma frase que com certeza ficou na minha cabeça é "A esperança causa tristeza eterna".

ICarly
Quem nunca deu várias risadas com essa série? Acho que é a melhor série de comédia ever, fiquei tão triste quando acabou :( Ficaria vendo ICarly por hoooras a fio!!

Kenan e Kel
"Quem adora refrigerante de laranja?" hahaha! Kenan e Kel é um dos programas que mais sinto falta, ficava acordada até tarde só pra poder assistir! Até hoje quando encontro na TV dou um grito e vou direto ver <3

Espero que tenham gostado do post! E vocês, que programas te marcaram?


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Young Adult vs. New Adult

Muitos perguntam qual a diferença entre Young Adult e New Adult, então fiz esse post pra esclarecer essas dúvidas e mostrar um pouco da diferença dos dois..

Youg Adult: No quesito romance, tudo é tratado de uma maneira mais leve, romântica, geralmente com bastante mel. Geralmente livros Young Adult envolvem escolhas, drama, bullying e tocam bastante no quesito da amizade. O publico alvo são os adolescentes na faixa de 15 anos. Os personagens geralmente estão no ensino médio e possuem 16/17 anos. Talvez o ultimo fator seja o que mais diferencie os gêneros, já que os outros assuntos podem variar entre os dois, mas são mais expressivos em livros YA.
Exemplos:
Quem é você, Alasca? - John Green

A lista negra - Jennifer Brown 

Cartas de amor aos mortos - Ava Dellaira


New Adult: O romance é mais provocativo, os protagonistas estão sempre se provocando. No gênero New Adult o assunto sexual é mais explorado, algumas vezes mais, outras menos. Geralmente envolve traumas, abuso sexual e a maioria traz o romance como foco. O público alvo geralmente são adolescentes na fase de transição para a maior-idade. Os personagens costumam estar na universidade, com idade de 19/20 anos, em média.
Exemplos:
Métrica - Collen Hoover

Um Caso perdido - Collen Hoover

Belo desastre - Jamie McGuire


Minha opinião: Costumo ler mais livros do gênero YA, pois me identifico mais, porém no quesito romance prefiro os livros New Adult, mas só aqueles que fazem sentido, já que odeio aqueles romances que são apenas provocativos, não tem história, são ocos e apelativos. Ambos os gêneros são bons e me agradam, porém é tudo uma questão de medida e humor do dia.

Resenha: Se eu ficar - Gayle Forman

Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
Ano: 2014
ISBN: 9788581635415
Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

A vida é feita de escolhas. Precisamos escolher que caminho seguir em vários momentos de nossa existência, mas e se
você tivesse que decidir sobre a continuidade de sua vida? Você iria escolher ficar ou ir embora? 
É justamente esse o foco do livro Se eu ficar, Mia tem uma família feliz, um irmãozinho maravilhoso, a melhor amiga, Kim, e o namorado Adam. A típica "vida de adolescente perfeita", mas ao longo do livro, você percebe que não era bem assim. Isso mostra que até mesmo as pessoas que aparentam ser mais felizes e ter uma vida boa, podem ter questionamentos, duvidas e inseguranças dentro de si. Ninguém é plenamente feliz. Mas algo tira a vida de Mia completamente do eixo, era pra ser uma viagem de família de ultima hora, mas todos acabam sofrendo um acidente. Os pais de Mia falecem ali mesmo e no início nada se sabe sobre seu irmão. Mia está viva. Mia observa a si mesma deitada na maca. Ela precisa decidir entre ir ou ficar.
No início, achei que o livro estava sendo meio superficial, afinal, Mia tinha uma família feliz, uma melhor-amiga que a amava muito e um namorado incrível, mas ao longo da leitura percebi que não era bem assim.

"Na UTI, é quase igual. Não se sabe ao certo que horas são nem quanto tempo se passou. Não há luz natural. E há um barulho constante, mas não dos bipes eletrônicos das maquinas caça-niqueis e do retinir das moedas, o som interminável e abafado das páginas reviradas pelos médicos auxiliares, e a conversa constante dos enfermeiros."

 Por ser violoncelista, já se sentiu um tanto quanto descolada do ambiente familiar. Além disso, percebemos também que seu relacionamento com Adam não é lá mil maravilhas e ela também deve fazer escolhas em relação ao relacionamento de ambos.
Mia e Adam não são aquele casal que você ama logo da primeira vez, tudo isso acontece aos poucos, mas logo depois comecei a não gostar de Adam novamente. Achei incrível os diálogos que acontecem na UTI, principalmente entre ela e Kim, aquilo que sempre dizem "ela/e pode estar dormindo, mas está escutando", é exatamente isso que acontece, o que me fez perguntar se fora do universo literário isso pode de fato acontecer, nunca se sabe, não é?!
Gosto também de como ela fala sobre o fato de os médicos mexerem em suas pálpebras, de modo que ninguém fez isso, é muito raro ser feito normalmente. Isso certamente chamou a atenção.
"(..) São sempre rudes e apressados, como se não considerassem as pálpebras dignas de delicadeza, e isso me faz perceber as pouquíssimas vezes em que tocamos as pálpebras de alguém durante a nossa vida."

Preciso dar enfoque ao senso de humor de Mia, muitas pessoas disseram que não gostaram da personagem por não ter um diferencial ou ser um pouco "sem-sal", mas realmente não concordo com o ponto de vista deles. A garota é cativante e te faz rir mesmo no estado em que se encontra, com um pouco de humor negro, gostei bastante do fato de não ser um livro totalmente depressivo, apesar de se tratar de morte.

“Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes escolhas fazem você.”

O recado que me foi passado é justamente esse de que bom, todos tem problemas, por mais perfeitos que pareçam, as vezes você tem que fazer escolhas em sua vida e todas elas terão consequências, além disso, é claro, você deve amar a si mesma e viver cada momento como se fosse o ultimo, pois não se sabe o dia de amanhã.
Se eu ficar é um livro simples que mostrou não ser necessário provocar um rio de lágrimas para passar uma mensagem incrível e  te emocionar.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Na minha estante #1

Como vocês estão, bookaholics?
Esse é o primeiro Na minha estante do blog. Funcionará como uma especie de caixa postal, mas como sou meio desorganizada, não fiquem esperando uma coisa certinha de mês, okay? hahaha
Nesse primeiro post estão os livros de julho, alguns foram presentes de aniversário, outros foram comprados no final de junho, um foi em uma troca, alguns comprei, ah, os do começo de agosto estão aí também!
A conclusão que cheguei é que sou uma pessoa muito compulsiva em relação a livros, são raros os casos em que compro e desanimo depois a ponto de deixar na estante, mas com essa compulsão geralmente fico com vários livros pra ler e não sei por onde começar, além de que agora o tempo está curtíssimo! Aí se eu pego um livro pra ler as vezes fico pensando no outro, mas não adianta pensar no outro porque eu vou pensar no anterior hahaha
Enfim, vamos ao que interessa..
<3 (ficou faltando o Estilhaça-me na pilha porque eu lembrei depois haha)

Comecei a ler esse livro sentada no banquinho esperando a sessão de cinema começar, acontece que parei no segundo capítulo, pois é!! Todo mundo fala dessa série e já estava loouca pra comprar, mas não conseguia encontrar, até que.... (ah, a novo conceito enviou a jacket nova pelo correio <3)


Esse aqui foi uma troca muito bem feita na saraiva mesmo.. Pensem em alguém que necessita ler esse livro, sou eu!

"Todo dia" foi uma troca também, foi a minha primeira troca feita pelo skoob e simplesmente adorei!!

Esse foi mais uma escolha meio no escuro, só sabia que era romance new adult, com triangulo amoroso (que dizem que não é clichê), e como queria um livro mais nesse estilo mesmo, achei bom ter um belo desastre way of life na estante.

As edições da darkside são maravilhosas pra começar, e esse livro reúne praticamente tudo o que eu mais gosto de ler! Quando fiquei sabendo do lançamento estava louca pra ele,  mas acabou que quando fui comprar já tinha esgotado, rodei em todas as livrarias, até que finalmente achei e foi amor a primeira, segunda, terceira, quarta vista <3
Nem preciso falar o quanto estava ansiosa por esse livro, né?! <3
Eu escuto gritos de finalmente!! Esse ganhei de aniversário da minha avó, e decidiu dar a coleção toda de uma vez já que, segundo ela mesma, "você vai terminar um e vai ficar louca pelo outro, então já tem todos pra ler", realmente, não pretendo tirar a trilogia da cabeça até acabar <3
Bom.. espero que tenham gostado dos livros, se você leu algum deles, aproveita pra dizer o que achou nos comentários ;)
Beijos, até o próximo post e uma boa semana pra vocês!!